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Manual de Boas Práticas, POPs , Treinamentos

Cartilha da ANVISA- para orientação de Manipuladores de Alimentos

Aproveitamento Integral dos Alimentos

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MESA BRASIl

Propagandas de alimentos terão mensagens de alerta

terça-feira, 29 de junho de 2010

Segue abaixo reportagem do G1 sobre nova publicação da ANVISA , que obriga que as propagandas de alimentos considerados com quantidades elevadas de açúcar, de gordura saturada, de gordura trans, de sódio, e de bebidas com baixo teor nutricional, como os refrigerantes, venham acompanhadas de mensagens alertando para os riscos à saúde em caso de consumo excessivo:


Anvisa publicou resolução que torna obrigatória a informação ao consumidor.
Medida inclui também publicidade de refrigerantes e outras bebidas.

 
     A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) publicou nesta terça-feira (29) no Diário Oficial da União uma resolução que obriga que as propagandas de alimentos considerados com quantidades elevadas de açúcar, de gordura saturada, de gordura trans, de sódio, e de bebidas com baixo teor nutricional, como os refrigerantes, venham acompanhadas de mensagens alertando para os riscos à saúde em caso de consumo excessivo. As empresas terão 180 dias para se adequar à resolução.
      
   Segundo a Anvisa, o regulamento técnico publicado tem como objetivo "coibir práticas excessivas que levem o público, em especial o público infantil a padrões de consumo incompatíveis com a saúde e que violem seu direito à alimentação adequada". As mensagens publicitárias devem ser acompanhadas de alertas sobre os perigos do consumo excessivo desses nutrientes.
 
Exemplos:

a) "O (nome/ marca comercial do alimento) contém muito açúcar e, se consumido em grande quantidade, aumenta o risco de obesidade e de cárie dentária".

b) "O (nome/ marca comercial do alimento) contém muita gordura saturada e, se consumida em grande quantidade, aumenta o risco de diabetes e de doença do coração".

c) "O (nome/ marca comercial do alimento) contém muita gordura trans e, se consumida em grande quantidade, aumenta o risco de doenças do coração".

d) "O (nome/ marca comercial do alimento) contém muito sódio e, se consumido em grande quantidade, aumenta o risco de pressão alta e de doenças do coração".

     Quando o alimento ou o conjunto a que ele pertença possuir quantidade elevada de dois ou mais nutrientes, deverá ser aplicado o seguinte alerta cumulativamente em relação aos nutrientes: "O (nome/ marca comercial do alimento ou conjunto) contém muito (a) [nutrientes que estão presentes em quantidades elevadas], e se consumidos(as) em grande quantidade aumentam o risco de obesidade e de doenças do coração".
 
Refrigerantes incluídos

    A medida vale também para bebidas como refrigerantes, refrescos artificiais, concentrados para o preparo de bebidas à base de xarope de guaraná ou groselha e chás prontos para o consumo. Também se incluem bebidas adicionadas de cafeína, taurina, glucoronolactona ou qualquer substância que atue como estimulante no sistema nervoso central.
    A medida deve ser aplicadas nas peças publicitárias dos alimentos. Ela não se aplica aos rótulos.
De acordo com a resolução, as empresas deverão manter em seu poder, à disposição da Autoridade Sanitária os dados fáticos, técnicos e científicos que dão sustentação à mensagem publicitária e informar seu departamento comercial e as agências de publicidade, sobre este regulamento técnico e as responsabilidades no seu cumprimento.
 

Relatório aponta para uso indiscriminado de agrotóxicos no Brasil

quarta-feira, 23 de junho de 2010


     A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) divulgou, nesta quarta-feira, um relatório sobre o uso dos agrotóxicos em alimentos .Os agrotóxicos que apresentam alto risco para a saúde da população são utilizados, no Brasil, sem levar em consideração a existência ou não de autorização do Governo Federal para o uso em determinado alimento. É o que apontam os novos dados do Programa de Análise de Resíduos de Agrotóxicos em Alimentos (PARA), divulgados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

Segundo a reportagem , em 15 das vinte culturas analisadas foram encontrados ingredientes ativos em processo de reavaliação toxicológica junto à Anvisa, devido aos efeitos negativos desses agrotóxicos para a saúde humana.Segundo o diretor da Anvisa Dirceu Barbano: “Encontramos agrotóxicos, que estamos reavaliando, em culturas para os quais não estão autorizados, o que aumenta o risco tanto para a saúde dos trabalhadores rurais como dos consumidores".
As amostras de pepino e pimentão encontravam contaminadas com endossulfan . Cebola e cenoura contaminados com acefato e pimentão, tomate, alface e cebola contaminados com metamidofós. Essas substancias são proibidas em vários países do mundo, já começaram a ser reavaliadas pela Anvisa e tiveram indicação de banimento do Brasil. 

De acordo com o diretor da Anvisa, “são ingredientes ativos com elevado grau de toxicidade aguda comprovada e que causam problemas neurológicos, reprodutivos, de desregulação hormonal e até câncer”. “Apesar de serem proibidos em vários locais do mundo, como União Européia e Estados Unidos, há pressões do setor agrícola para manter esses três produtos no Brasil, mesmo após serem retirados de forma voluntária em outros países”, pondera Barbano.
A Anvisa realiza a reavaliação toxicológica de ingredientes ativos de agrotóxicos sempre que existe algum alerta nacional ou internacional sobre o perigo dessas substâncias para a saúde humana.  Em 2008, a Agência colocou em reavaliação 14 ingredientes ativos de agrotóxicos, dentre eles o endossulfan, o acefato e o metamidofós.
Juntos, esses 14 ingredientes representam 1,4 % das 431 moléculas autorizadas para serem utilizadas como agrotóxicos no Brasil. Entretanto, uma séria de decisões judiciais, também em 2008, impediram, por quase um ano, a Anvisa de realizar a reavaliação desses ingredientes.
De lá pra cá, a Agência consegui concluir a reavaliação de apenas uma molécula: a cihexatina. O resultado da reavaliação prevê que essa substância seja retirada do mercado brasileiro até 2011. “Todos os citricultores que exportam suco de laranja já não utilizam mais a cihexatina, pois nenhum país importador, como Canadá, Estados Unidos, Japão e União Européia, aceita resíduos dessa substância nos alimentos”, diz o gerente de toxicologia da Anvisa, Luiz Cláudio Meirelles.
Para outras cinco substâncias, a Anvisa já publicou as Consulta Públicas e está na fase final da reavaliação. Nesses casos, houve quatro recomendações de banimento (acefato, metamidofós, endossulfan e triclorfom) e uma indicação de permanência do produto com severas restrições nas indicações de uso (fosmete).
Confira aqui a evolução das importações de agrotóxicos no país.
Balanço
Outra irregularidade apontada pela PARA foi a presença, em 2,7% das amostras dos alimentos coletadas, de resíduos de agrotóxicos acima dos permitidos. “Esses resíduos evidenciam a utilização de agrotóxicos em desacordo com as informações presentes no rótulo e bula do produto, ou seja, indicação do número de aplicações, quantidade de ingrediente ativo por hectare e intervalo de segurança”, explica Meirelles.
Tiveram amostras, ainda, que apresentaram as duas irregularidades: resíduos de agrotóxicos acima do permitido e ingredientes ativos não autorizados para aquela cultura. No balanço geral, das 3.130 amostras coletadas, 29% apresentaram algum tipo de irregularidade.
Os casos mais problemáticos foram os do pimentão (80% das amostras insatisfatórias), uva (56,4% das amostras insatisfatórias), pepino (54,8% das amostras insatisfatórias), e morango (50,8% das amostras insatisfatórias). Já a cultura que apresentou melhor resultado foi a da batata com irregularidades em apenas 1,2% das amostras analisadas.
Cuidados
Para reduzir o consumo de agrotóxico em alimentos, o consumidor deve optar por produtos com origem identificada. Essa identificação aumenta o comprometimento dos produtores em relação à qualidade dos alimentos, com adoção de boas práticas agrícolas.
É importante, ainda, que a população escolha alimentos da época ou produzidos por métodos de produção integrada (que a princípio recebem carga menor de agrotóxicos). Alimentos orgânicos também são uma boa opção, pois não utilizam produtos químicos para serem produzidos.
Os procedimentos de lavagem e retirada de cascas e folhas externas de verduras ajudam na redução dos resíduos de agrotóxicos presentes apenas nas superfícies dos alimentos. “Os supermercados também tem um papel fundamental nesse processo, no sentido de rastrear, identificar e só comprar produtos de fornecedores que efetivamente adotem boas práticas agrícolas na produção de alimentos”, afirma o gerente da Anvisa.

PARA
O objetivo do PARA, criado em 2001, é garantir a segurança alimentar do trabalhador brasileiro e a saúde do trabalhador rural. Em 2009, o Programa de Análise de Resíduos de Agrotóxicos em Alimentos da Anvisa monitorou 20 culturas em 26 estados do Brasil. Apenas Alagoas não participou do PARA em 2009.
O Programa funciona a partir de amostras coletadas pelas vigilâncias sanitárias dos estados e municípios em supermercados. No último ano, as amostras foram enviadas para análise aos seguintes laboratórios: Instituto Octávio Magalhães (IOM/FUNED/MG), Laboratório Central do Paraná (LACEN/PR) e para um laboratório contratado, nos quais foram investigadas até 234 diferentes agrotóxicos em cada uma das amostras. 
Apesar das coletas realizadas pelo Programa não serem de caráter fiscal, o PARA tem contribuído para que os supermercados qualifiquem seus fornecedores e para os produtores rurais adotem integralmente as Boas Práticas Agrícolas. Prova disso, foi a criação do Grupo de Trabalho de Educação e Saúde sobre Agrotóxicos (GESA).
Integrado por diferentes órgãos e entidades, o Grupo tem como objetivo elaborar propostas e ações educativas para reduzir os impactos do uso de agrotóxicos na saúde da população, implementar ações e estratégias para incentivar os sistemas  de produção integrada e orgânicos e, no caso dos cultivos convencionais, orientar o uso racional de agrotóxicos. “Além de orientar, é preciso que o Estado fiscalize de forma efetiva o uso desses produtos no campo e coíba o uso indiscriminado e, até mesmo ilegal, de alguns agrotóxicos”, comenta Meirelles.
Os estados também têm realizado diversas ações com o objetivo de ampliar o número de amostras rastreadas até o produtor. Das amostras coletadas em 2009, 842 (26,9%) foram rastreadas até o produtor/associação de produtores, 163 (5,2%) até o embalador e 2032 (64,9%) até o distribuidor. Somente 93 (3%) amostras não tiveram qualquer rastreabilidade. 

Resultados 2009

Produto
Nº de amostras Analisadas
NA
> LMR
>LMR e NA
Total de Insatisfatórios
(1)
(2)
(3)
(1+2+3)
%
%
%
%
Abacaxi
145
41
28,3%
15
10,3%
8
5,5%
64
44,1%
Alface
138
52
37,7%
0
0,0%
1
0,7%
53
38,4%
Arroz
162
43
26,5%
0
0,0%
1
0,6%
44
27,2%
Banana
170
3
1,8%
3
1,8%
0
0,0%
6
3,5%
Batata
165
2
1,2%
0
0,0%
0
0,0%
2
1,2%
Beterraba
172
55
32,0%
0
0,0%
0
0,0%
55
32,0%
Cebola
160
26
16,3%
0
0,0%
0
0,0%
26
16,3%
Cenoura
165
41
24,8%
0
0,0%
0
0,0%
41
24,8%
Couve
129
42
32,6%
8
6,2%
7
5,4%
57
44,2%
Feijão
164
3
1,8%
2
1,2%
0
0,0%
5
3,0%
Laranja
146
14
9,6%
1
0,7%
0
0,0%
15
10,3%
Maçã
170
6
3,5%
3
1,8%
0
0,0%
9
5,3%
Mamão
170
36
21,2%
22
12,9%
8
4,7%
66
38,8%
Manga
160
12
7,5%
1
0,6%
0
0,0%
13
8,1%
Morango
128
49
38,3%
11
8,6%
5
3,9%
65
50,8%
Pepino
146
75
51,4%
3
2,1%
2
1,4%
80
54,8%
Pimentão
165
107
64,8%
5
3,0%
20
12,1%
132
80,0%
Repolho
166
34
20,5%
0
0,0%
0
0,0%
34
20,5%
Tomate
144
45
31,3%
0
0,0%
2
1,4%
47
32,6%
Uva
165
58
35,2%
14
8,5%
21
12,7%
93
56,4%
Total
3130
744
23,8%
88
2,8%
75
2,4%
908
29,0%

(1) NA = Não autorizado para a cultura; (2) > LMR = Acima do Limite Máximo de Resíduo; (3) >LMR e NA = Acima do LMR e Não autorizado para a cultura; (1+2+3) =  Somatório de todos os resultados insatisfatórios



7 alimentos de Festa Junina para comer sem medo da balança

segunda-feira, 21 de junho de 2010

Segue minha participação no site minha vida em 18 de junho de 2010

7 alimentos de Festa Junina para comer sem medo da balança

Algumas iguarias podem ser ingeridas no dia a dia sem prejudicar a dieta 

Por Ana Maria Madeira Publicado em 18/6/2010

Festa junina é sinônimo de pecado contra a dieta, certo? Em partes. De fato, se você pensar em alimentos como pamonha, pé-de-moleque, pinhão e amendoim, desanimará totalmente do cardápio junino. Entretanto, o clima frio e todo o resto do ano podem sim ser recheados com alguns alimentos típicos da comida roceira das festas de São João - e que vão dar um tom diferente a seu cardápio trivial. "Com as escolhas corretas, as comidas de festa junina não significarão quilos a mais. É preciso aprender a equilibrar a alimentação, optando por alimentos saudáveis, o que é possível mesmo em comidas com cara de festa", segundo a nutricionista da Nutry Up, Lidiane Martins. 

Milho, cereal que dá energia
O milho vai tanto assado na espiga com manteiga, quanto em várias receitas de doces juninos. O grão é uma ótima fonte de fibra que auxilia no bom funcionamento intestinal, além de ser uma ótima fonte de vitamina A, C, folato, tiamina, potássio e ferro. O milho cozido é a versão mais saudável, que deve ser consumido sem muito sal e com moderação na manteiga ou margarina. Lembrando que o milho cozido é uma boa fonte de energia, contendo 100kcal por 100g do alimento ? e a manteiga, em apenas uma colher de sopa é capaz de dobrar essa quantidade de calorias. Há também o irresistível bolo de milho, que possui uma versão light, com apenas 80 kcal por porção, confira a receita .

Vinho, amigo do peito
Vinho quente é acolhedor, irresistível nestes dias mais frios. Mas, vale lembrar que a deliciosa receita leva uma boa quantidade açúcar, pedindo moderação, pois o álcool também é bastante calórico. No dia a dia, tomar um cálice de vinho tinto é uma ótima escolha, pois segundo Lidiane Martins, ele possui antioxidantes que auxiliam a prevenção de doenças cardiovasculares.

Um estudo do Brigham and Women's Hospital Boston, nos Estados Unidos, concluiu que beber moderadamente ajuda na perda de peso - e a bebida mais eficiente para isso foi o vinho tinto, seguido de outras bebidas como a cerveja, o vinho branco e o licor. 

Gengibre, voz afiada
A raiz que aromatiza o quentão das festas de junho é um ótimo tempero. "Ele possui ação anti-inflamatória, cicatrizante e auxilia na digestão", indica Lidiane. Tantas propriedades terapêuticas se devem à ação conjunta de várias substâncias, principalmente, a do óleo essencial, rico nos componentes medicinais cafeno, felandreno, zingibereno e zingerona.

O gengibre é um ótimo alimento funcional, que pode acompanhar suas carnes, sopas, bebidas e doces. Por atuar no sistema digestivo, também é indicado para evitar enjoos, náuseas e auxiliar na digestão de alimentos gordurosos. 


Cuzcuz à paulista
Nas mesas de todo arraial que se preze, essa delícia salgada pode ser acompanhado de salada e fazer as vezes de uma refeição. A receita, que leva farinha de milho como base, pode dispensar os ovos, azeitonas, milho em conserva e ser feito com atum light, em vez de sardinha, o que dá um sabor especial com menos calorias e gorduras. Não se esqueça do tomate, palmito e ervilhas. Outra ideia é apostar na versão vegetariana, com proteína de soja e leva também abobrinha e cenoura. 

Abóbora na panela
Ingrediente principal do doce (que é bem calórico, com 406 kcal por 100 gramas) bastante típico das festas juninas, a abóbora cozida não só pode, como deve, fazer parte do seu cardápio diário. Ela possui boas quantidades de vitaminas antioxidantes, como a vitamina C e E, além do betacaroteno.

"Estudos mostram que seu consumo ajuda a diminuir o risco de câncer, doenças do coração e derrame. No entanto, evite combinações com leite de coco, coco e leite condensado", explica a nutricionista. Confira uma receita de creme de abóbora com gengibre.

A abóbora também é rica em vitamina A, importante para o bom funcionamento do organismo, e contém o licopeno, a mesma substância do tomate, um elemento essencial para a visão. A hortaliça também possui vitaminas do complexo B, cálcio e o fósforo. Por ser muito versátil, a abóbora pode ser consumida diariamente de diversas formas, em saladas, pratos quentes, refogados, sopas e pães. Muitas pessoas consomem as sementes, que são ricas em ferro, torradas como aperitivo.  


Tapioca
Típica da região Nordeste, a iguaria já invadiu os pratos de todo o país. A massa, que contém mandioca é uma ótima escolha para quem não pode comer glúten. Como é feita de farinha de polvilho e água, a massa da tapioca é pouco nutritiva. Uma porção de 50 gramas da massa tem 68 calorias e apenas 1,6 gramas de proteínas. A dica é tentar compensar na escolha dos recheios, a deficiência nutricional da massa.

As opções com recheios de frutas são uma boa, desde que não venham acompanhadas de muito açúcar, leite de coco e leite condensado - a versão de frutas com geleia tem 250 calorias, ou seja, pode entrar no café ou lanche de vez em quando. Uma opção atrativa para os dias frios é a de Romeu e Julieta light, feita com geleia de goiaba diet e queijo branco. 

Espetinho
Os cortes magros de carne, como maminha e alcatra, são mais indicados. Para consumir carnes mais gordas, como a picanha, retire o máximo que conseguir da capa de gordura.

Evite a costela suína e bovina, que são bastante gordurosas. As linguiças também devem ser evitadas, pois, além da gordura, são ricas em conservantes e sódio, que provoca retenção de líquido e o aumento de peso. Se não conseguir resistir, não consuma mais do que meia unidade.

Os cortes magros de carne, como maminha e alcatra, são mais indicados. Para consumir carnes mais gordas, como a picanha, retire o máximo que conseguir da capa de gordura.

Evite a costela suína e bovina, que são bastante gordurosas. As linguiças também devem ser evitadas, pois, além da gordura, são ricas em conservantes e sódio, que provoca retenção de líquido e o aumento de peso. Se não conseguir resistir, não consuma mais do que meia unidade.

Fonte :http://www.minhavida.com.br/conteudo/11464-7-alimentos-de-Festa-Junina-para-comer-sem-medo-da-balanca.htm

Amendoim e aflatoxina - Anvisa inspeciona indústrias de amendoim

terça-feira, 15 de junho de 2010


A Gerência de Inspeção e Controle de Riscos de Alimentos da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (GICRA/ANVISA), juntamente com o Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Vegetal do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (DIPOV/MAPA) realizaram na semana passada, inspeções em estabelecimentos da cadeia produtiva de amendoim. Na Inspeção focou-se a atenção no controle da recepção do amendoim cru, etapa essencial para garantir a inocuidade do produto final.

Segundo a Resolução-RDC 172, de 04/07/2003, que dispõe sobre o Regulamento Técnico de Boas Práticas de Fabricação para Estabelecimentos Industrializadores de Amendoins Processados e Derivados, todo lote de amendoim cru recebido no estabelecimento deve ser oriundo de fornecedor selecionado, sendo submetido à inspeção, com determinação de umidade e pesquisa de aflatoxinas.

Dentre as irregularidades encontradas, destacam-se falhas no controle da rastreabilidade dos produtos e no seu armazenamento. Os serviços de Vigilância Sanitária municipal irão acompanhar as correções das não-conformidades encontradas.

As aflatoxinas são um grupo de micotoxinas que podem causar graves problemas à saúde, comprometendo principalmente o fígado, com manifestações de cirrose hepática, necrose aguda, câncer hepático. Os Amendoins que apresentam teor de umidade acima do limite estabelecido pela legislação sanitária podem propiciar o crescimento de fungos da espécie Aspergillus flavus, produtores desta micotoxinas.O limite máximo de concentração de aflatoxinas em amendoim no Brasil é 20 µg/kg de produto, conforme estabelecido pela Resolução-RDC 274/2002.


Fonte: Gerência Geral de Alimentos – GGALI-  site da ANVISA em 15/06/2010

Cartilha Orientativa - Comercialização de Pescado Salgado e Pescado Salgado Seco

segunda-feira, 14 de junho de 2010

Para garantir pescados seguros e de qualidade para o consumidor,  medidas de controle devem ser implementadas desde a origem até a exposição ao cliente.

Para orientar sobre os procedimentos higiênicos a serem adotados durante a comercializaçãoa Abras disponibilizou esta cartilha orientativa. Essa iniciativa conta com o apoio técnico da Agência Nacional de Vigilância Sanitária e do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.

Sardinha enlatada é interditada por suspeita de botulismo ( ANVISA)


Resolução da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa),  publicada nesta segunda-feira (7), determinou a interdição cautelar do produto Sardinha em Molho de Tomate, por suspeita de causar botulismo. A medida vale para o produto da marca Palmeira, fabricado em 16/10/2009 e 19/10/2009 e com validade até dezembro de 2012.
A interdição é uma medida cautelar e pode durar até 90 dias, prazo em que serão realizados testes que comprovem ou não a contaminação do produto e o diagnóstico da doença. A investigação do caso vem sendo realizada conjuntamente com o Ministério da Saúde e Ministério da Agricultura, além da Secretaria de Saúde do Maranhão (MA).
O caso suspeito de botulismo foi observado em uma criança que ingeriu a sardinha enlatada no município de Manda do Maranhão(MA) . Não houve outros casos suspeitos. A Anvisa, que por lei tem a finalidade de promover a proteção da saúde da população, decidiu então pela interdição do produto como medida preventiva.
Saiba Mais
O botulismo é um doença neuroparalítica grave, não contagiosa, resultante da ação de uma potente toxina produzida pela bactéria Clostridium botulinum. Apresenta elevada letalidade e deve ser considerado uma emergência médica e de saúde pública. Para minimizar o risco de morte e sequelas, é essencial que o diagnóstico seja feito rapidamente e que o tratamento seja instituído precocemente. Quando causado pela ingestão de alimentos contaminados, é considerado como doença transmitida por alimento.
A notificação de um caso suspeito é considerada como surto e é obrigatória. A prevenção da contaminação do alimento deve ser feita pelas indústrias fabricantes pela adoção das boas práticas de fabricação durante o processamento. Considerando que a toxina causadora do botulismo é termolábel, o aquecimento adequado do produto elimina a contaminação.

Protegendo sua cozinha das bactérias

quarta-feira, 9 de junho de 2010

Saiba como proteger a sua cozinha das bactérias


Segue reportagem exibida esta semana  , no programa Mais Você  da Ana Maria Braga com a participação da microbiologista Fernanda Drumond .

A programação do Mais Você esta abordando  sobre  como proteger a sua cozinha dos microorganismos e como devemos agir em nossas casas. 

Muito interessante!








Fonte : Programa Mais você acesso em 9 de junho de 2010

Gringo Café - Especial do Dia dos Namorados

terça-feira, 8 de junho de 2010

Especialmente para o Dia dos Namorados o Gringo Café , estará personalizando seus Cookies ( butter cookies). Aos interessados  ligar para 21-3813-3972


Gringo Café

Palestra Gratuita- Barra Garden -18/06/2010- Nutricionista Lidiane Martins

sábado, 5 de junho de 2010

Você sabia 1 - Quinua

Slide 9

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Descoberta pelos incas da Bolívia e do Peru há mais de 5.000 anos, destaca-se pelo o seu elevado valor nutritivo. O Quinua contém mais proteínas que qualquer outra planta da sua espécie. Rica em proteínas (23%) possui um balanço de aminoácidos excepcionalmente atrativo para a nutrição humana devido aos seus altos níveis de lisina e metionina, além de não conter glúten.
l
l 
O quinua é encontrada em grãos, em flocos e na forma de farinha. Para prepará-lo podemos cozinhá-lo da mesma forma que o arroz, utilizá-lo também com o grão inteiro ou moído, doce ou salgado, frio ou quente. E até mesmo como bebida .
 
 

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