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Seminário sobre Azeites

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

Sommelier Internacional de Azeite


O Senac Rio oferece uma oportunidade única para quem deseja conhecer o universo dos azeites de alta qualidade e aprender a degustá-los.   


 Mauro Martelossi, referência mundial sobre o tema e diretor da IEOA (International Extravirgin Olive Oil Agency) vem ao Brasil, a convite do Senac Rio, para conduzir os Cursos de Sommelier Internacional de Azeite de Oliva - Níveis 1 e 2 e workshops sobre “Azeite Extravirgem de Oliva e sua Versatilidade na Cozinha” e “Harmonização de Azeites Extravirgens com Saladas e Entradas”. Os alunos dos Cursos de Sommelier recebem certificado internacional, sancionado pela International Extravirgin Olive Oil Agency (Itália).


Os cursos e os workshops acontecem da Unidade Copacabana e fazem parte do II Seminário de Azeites de Oliva e Dieta Mediterrânea, promovido pelo Senac Rio. O Curso de Sommelier ocorre de 08 a 12 de novembro e os workshops, no dia 16 de novembro.


No dia 08, às 20h, acontece também – na Unidade Barra - o CineStesia, atividade gratuita que inclui uma apresentação de vídeo e variadas experimentações (gustativa, olfativa, sonora) ligadas ao universo do azeite. 


Para participar, os interessados devem fazer pré-inscrição por telefone.


Curso: Sommelier de Azeite – Nível I
Data: de 08 a 12 de novembro
Horário: das 9h às 13h


Curso: Sommelier de Azeite – Nível II
Data: de 08 a 12 de novembro
Horário: das 17h às 21h


Workshop : Degustação de Azeites       
Data: 16/11/2010
Tema manhã: Azeite Extravirgem de Oliva e sua Versatilidade na Cozinha
Horário: 9h às 12h
Tema noite: Harmonização de Azeite Extravirgem com Saladas e Entradas
Horário: 19h às 22h




Senac Rio - Copacabana
Rua Pompeu Loureiro, 45
Tel.: 2545.4848


Atividade: CineStesia
Data: 08/11/2010
Horário: 20h

Senac Rio - Barra
Av. das Américas, 3959
Tel.: 2432.1600




Fonte: SENAC RIO 

acesso em 01/11/2010



Maus hábitos alimentares apresentam pior qualidade na microbiota intestinal


Estudo publicado em revista científica norte-americana revelou benefícios em preservar antigos hábitos alimentares para melhorar a biodiversidade da microbiota intestinal, após compararem a microbiota intestinal de crianças com dieta tipicamente urbana com crianças que vivem em zona rural. 

Segundo os pesquisadores, ainda não está compreendido como diferentes ambientes e hábitos alimentares da vida moderna podem afetar a ecologia microbiana do intestino. Mas eles afirmam que os hábitos alimentares são considerados um dos principais fatores que contribuem para a diversidade da microbiota intestinal.

As profundas mudanças na dieta e estilo de vida ocorridas nas últimas décadas favoreceram o surgimento de patógenos especializados em colonizar hospedeiros humanos. Em consequência disso, surgiu uma onda de doenças humanas emergentes, como alergias, doenças auto-imunes e doenças inflamatórias intestinais.

Com isso, o objetivo dos pesquisadores foi avaliar o impacto de variáveis ambientais sobre a microbiota intestinal entre crianças da mesma idade, porém vivendo em ambientes diferentes (urbano versus rural). Os pesquisadores relataram que o propósito do desenvolvimento desse estudo foi de responder três questões gerais a respeito da geografia e da evolução da microbiota humana: (1) Como é a diversidade de bactérias dentro e entre as duas populações distintas? (2) Há uma possível correlação entre a diversidade de bactérias e dieta? (3) Como é a distribuição de patógenos bacterianos nas duas populações, dadas as diferentes condições geográficas e de higiene?

Para o desenvolvimento do estudo foram incluídas 15 crianças saudáveis que vivem na vila rural de Boulpon, Burkina Faso (país africano), e 15 crianças saudáveis da área urbana de Florença, Itália. Todas as crianças tinham entre 1 a 6 anos de idade e não faziam uso de antibióticos ou probióticos nos últimos seis meses ao início do estudo. Foram coletados dados detalhados sobre estilo de vida e hábitos alimentares obtidos diretamente pelos pais das crianças.

A quantificação e caracterização da microbiota intestinal foram realizadas através de técnicas de biologia molecular a partir das fezes. Além disso, foi feita a determinação dos ácidos graxos de cadeia curta (AGCC).

A dieta das crianças da comunidade rural apresentou baixa quantidade de proteína animal e gorduras, e altos níveis de amido e fibras. Todos os recursos alimentares eram produzidos localmente, cultivadas e colhidas nas proximidades da aldeia. A dieta dessas crianças era constituída principalmente de cereais, leguminosas, produtos hortícolas. Estas crianças foram amamentadas até os dois anos de idade.

Diferentemente, as crianças da área urbana foram amamentadas até 1 ano de idade. Estas crianças consumiam uma dieta tipicamente ocidental, rica em proteínas animais, açúcar, amido, gordura e pobre em fibras.

Foram encontradas diferenças significativas na microbiota intestinal entre os dois grupos. Observou-se maior quantidade (p < 0,001) de ácidos graxos de cadeia curta nas crianças africanas do que nas crianças da área urbana. Outro resultado importante foi a presença de bactérias da família Enterobacteriaceae (Shigella e Escherichia coli) significativamente menores nas crianças da aldeia do que em crianças italianas (p < 0,05).

As crianças da aldeia apresentaram maior quantidade de Bacteroidetes (p < 0,001), especialmente de bactérias do gênero Prevotella e Xylanibacter, conhecidas por conter um conjunto de genes que hidrolisam celulose e xilana, ambas consideradas fibras insolúveis. Essas bactérias apresentaram-se completamente ausentes nas crianças da área urbana italiana. Além disso, as crianças da aldeia apresentaram menor quantidade de Firmicutes (p <0,001), sendo encontrada em grande quantidade nas crianças italianas.

Os pesquisadores comentaram que o perfil de bactérias encontradas nas crianças da área urbana (menor Bacteriodetes e maior Firmicutes) é, provavelmente, provocado pela dieta rica em calorias, e que podem predispor à obesidade no futuro.

 “Nossos resultados sugerem que a dieta tem papel dominante para a caraterização da microbiota intestinal quando comparada com outras variáveis, como etnia, saneamento, higiene, geografia e clima”, comentam os pesquisadores. 

“O conhecimento da microbiota intestinal das crianças da aldeia africana provam a importância do tipo e preservação de sua biodiversidade, especialmente por ser uma região onde os efeitos da globalização na dieta foram menos acentuados. Estes resultados representam um foco atraente para estudos que visam elucidar o papel da microbiota intestinal no equilíbrio entre saúde e doença”, concluem.

Referência(s)

De Filippo C, Cavalieri D, Di Paola M, Ramazzotti M, Poullet JB, Massart S, et al. Impact of diet in shaping gut microbiota revealed by a comparative study in children from Europe and rural Africa. Proc Natl Acad Sci U S A. 2010;107(33):14691-6.






Fonte: Nutritotal autora:     Rita de Cássia Borges de Castro
acesso em 01/11/2010


Workshop de Cozinha Árabe- dia 06 e 07 de novembro de14:00 às 17:00.

sábado, 30 de outubro de 2010

Workshop de Cozinha Árabe,  data foi remanejada para dia 06 e 07 de novembro no mesmo horário de 14:00 às 17:00.



Palestra sobre a culinária da região norte brasileira na UNIRIO



Chef Ofir Oliveira faz palestra para alunos do Curso de Extensão Tecnologia em Gastronomia

Conhecido internacionalmente por divulgar a culinária amazônica, o chef Ofir Oliveira vem à UNIRIO na próxima quarta-feira, 3 de novembro, para ministrar uma palestra sobre a culinária da região norte brasileira para os alunos do Curso de Extensão Tecnologia em Gastronomia. O evento tem início às 18h, na Sala dos Conselhos Superiores (UNIRIO – Av. Pasteur, 296 – Urca).

Ofir Oliveira é professor do curso de Gastronomia da Universidade do Vale do Itajaí, no estado de Santa Catarina e fundador da Associação Sabor Selvagem, em Belém (PA). Adepto de uma culinária sustentável, o chefe também é líder do Convivium Sabor Selvagem, em Balneário Camboriú (SC). Convivium é um grupo local da Slow Food, uma associação internacional sem fins lucrativos fundada1989 com objetivo de se contrapor à padronização das comidas classificadas como fast food. Com um conceito voltado para ecogastronomia, a Slow Food conjuga o prazer da degustação com a consciência e a responsabilidade em relação ao meio ambiente e à preservação das espécies vegetais e animais. Além de refletir a filosofia slow food, um convivium privilegia a utilização de alimentos regionais, promove campanhas de proteção a alimentos tradicionais e organiza degustações e palestras.
. A entrada é franca e o espaço tem capacidade para 180 pessoas.

Outras informações sobre valor e procedimentos para inscrição, no telefone: (21) 2542-7269, de segunda a quinta-feira, das 14h às 21h, ou pelo e-mail gastronomia@unirio.br . 

acesso em 30/10/2010

Anvisa propõe diminuir o uso de substâncias químicas em alimentos


A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) pretende reduzir a contaminação de alimentos por substâncias químicas. A Consulta Pública nº 101, publicada nesta quinta-feira (27/10), revisa os limites atuais de substâncias como chumbo, cádmio, mercúrio e arsênio nos alimentos.
Estas substâncias são capazes de contaminar rebanhos, peixes, plantas e a própria água potável, atingindo a população por meio da cadeia alimentar. Os limites máximos propostos pela Consulta Pública foram baseados nos dados dos países, avaliações e referências internacionais, além de terem sidos discutidos durante dois anos na Comissão de Alimentos do Mercosul com todos os Estados Membros.
A proposta estabelece que os níveis de contaminantes devem ser os mais baixos possíveis, com a aplicação das melhores práticas e tecnologias. O objetivo é impedir a ingestão de alimentos contaminados e diminuir a ingestão de substâncias químicas a níveis que não produzam impacto significativo na saúde do consumidor.
Entre os contaminantes inorgânicos, o chumbo é um dos de maior importância. Em altos níveis, pode ocasionar encefalopatia aguda e, em baixos níveis, afeta o desenvolvimento mental, provoca doenças cardiovasculares, afeta a fertilidade e a gestação, causa anemia e hiperirritabilidade, diminuição do apetite e apatia, entre outros. Os efeitos são mais graves em crianças, afetando principalmente o desenvolvimento cerebral, especificamente com redução do quociente de inteligência (QI).

Contribuições
A Consulta Pública 101/2010 ficará aberta por 60 dias. Sugestões devem ser encaminhadas, por escrito, para o endereço da Agência Nacional de Vigilância Sanitária/ Gerência-Geral de Alimentos: SIA Trecho 5, Área Especial 57, Brasília-DF, CEP 71.205-050; para o Fax: (61) 3462-5315; ou para o e-mail:cpcontaminantes@anvisa.gov.br
FONTE: ANVISA
acesso em 30/10/2010

Alimentos que dão mais disposição

segunda-feira, 18 de outubro de 2010


Segue reportagem do R7 sobre alimentos que dão mais disposição para as atividades do dia a dia



Estudo conclui que Pão existe há 30 mil anos

Ele era quebradiço como uma bolacha e não muito saboroso, diz cientista.

Evidências foram localizadas na Itália, Rússia e República Tcheca.

Grãos de amido encontrado em pedras de moinhos de 30 mil anos atrás sugerem que os homens pré-históricos já comiam uma forma de pão chato, contrariando a imagem popular de que eram predominantemente carnívoros.
Até agora, a evidência mais
antiga do uso da farinha eram pedras de 20 mil anos atrás, localizadas em Israel
As conclusões, publicadas na revista "Proceedings of the National Academy of Sciences" (PNAS) nesta segunda-feira (18), indicam que europeus do paleolítico moíam raízes semelhantes à batata para fazer uma farinha que era depois batida até virar uma massa.
"É como um pão chato, como uma panqueca só com água e farinha", disse a pesquisadora no Instituto Italiano de Pré-História e História Primitiva, Laura Longo.
Consumo do pão começou há 30 mil anos, diz estudo.Consumo do pão começou há 30 mil anos, diz estudo. (Foto: Lorent TheSaint / stock.xchng)
"Você pode fazer uma espécie de pita (pão sírio) e cozinhá-lo numa pedra quente", disse ela, explicando como a equipe replicou o processo. O produto final era "quebradiço como uma bolacha, mas não muito saboroso", acrescentou ela.
As pedras, que cabem na mão de um adulto, foram descobertas em sítios arqueológicos da Itália, Rússia e República Tcheca.
Até agora, a evidência mais antiga do uso da farinha eram pedras de 20 mil anos atrás, localizadas em Israel.
 

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