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ANVISA -Consulta pública propõe redução dos teores de iodo no sal

sábado, 9 de julho de 2011

FONTE : ANVISA  acesso e, 09/07/2011  por Danilo Molina - Imprensa/Anvisa

Proposta da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), publicada nesta quinta-feira (7/7), quer reduzir a  quantidade de iodo presente no sal brasileiro. De acordo com a consulta pública no35, da Agência, somente o sal, que possui entre 15 e 45 mg de iodo a cada quilo do produto, será considerado próprio para consumo humano.
Atualmente, o sal comercializado no Brasil deve possuir entre 20 e 60 mg de iodo a cada quilo de produto. “Estamos propondo essa redução a pedido da Coordenação Geral de Alimentação e Nutrição do Ministério da Saúde, pois existem indícios de que o consumo excessivo de iodo poder aumentar o número de casos de Tireoidite de Hashimoto”, afirma a diretora da Anvisa, Maria Cecília Brito.
A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda que, nos países em que a população consume em média 10g de sal por dia, a quantidade de iodo a cada quilo de sal esteja entre 20 e 40mg. No Brasil, a última Pesquisa de Orçamentos Domiciliares do Ministério da Saúde, de 2003, apontou que o brasileiro possui, em média, o consumo domiciliar diário de sal de 9,6 g. Esse valor somado ao sal proveniente de alimentos processados e dos alimentos consumidos fora de casa perfazem um consumo de 12g de sal ao dia.
Tireoidite de Hashimoto
De acordo com a OMS, a tireoidite de Hashimoto pode ocorrer quando as pessoas estão expostas ao consumo excessivo de iodo durante cinco a dez anos.  A Organização alerta, ainda, que a ingestão de mais de 300 microgramas (mcg) de iodo por dia pode ocasionar doenças auto-imunes da tireóide.
A tireoidite de Hashimoto é uma doença auto-imune caracterizada pela inflamação da tireóide, causada por um erro no sistema imunológico. Dentre os principais sintomas da doença estão fadiga crônica, cansaço fácil e ganho de peso.
DDI
A iodação do sal é uma medida adotada mundialmente para prevenir Distúrbios por Deficiência de Iodo (DDI). Entre as principais doenças relacionadas à falta de ingestão do iodo estão: retardo mental grave e irreversível e surdo-mudez em crianças, anomalias congênitas e bócio.
As necessidades diárias de iodo variam, em média, de 90 microgramas (mcg), em crianças de 0 a 59 meses, a 150 mcg, em crianças a partir de 12 anos e adultos. Entre gestantes, as necessidades são mais altas e chegam a 250 mcg por dia.
Na década de 90, o Brasil estabeleceu a faixa de iodação do sal entre 40 a 100 mcg de iodo por quilo de produto. Em 2003, essa quantidade foi alterada para os limites atuais.
Pesquisa
Em 2007, a OMS publicou um panorama da nutrição de iodo no mundo. Pesquisa realizada em 130 países, no período de 1994 a 2006, revelou que 31% da população mundial ainda apresentam ingestão insuficiente de iodo.
As Américas tiveram a melhor situação com apenas 11% da população apresentando uma ingestão inadequada de iodo. Já o pior cenário foi encontrado na Europa, onde 52% não ingerem este nutriente na quantidade adequada.
Contribuições
A proposta de Resolução está disponível na íntegra no sítio da Anvisa na internet e as sugestões deverão ser encaminhadas por meio do formulário do FormSUS disponível no endereçohttp://formsus.datasus.gov.br/site/formulario.php?id_aplicacao=6545, ou mediante preenchimento do formulário próprio, com posterior envio por correio para o endereço: Agência Nacional de Vigilância Sanitária/GGALI - SIA Trecho 5, Área Especial 57, Brasília- DF, CEP 71.205-050; ou por Fax: (61) 3462-5315; ou para o e-mail: pro.iodo@anvisa.gov.br.

Consumo e Saúde--- Produtos sujeitos à vigilância sanitária - Fique atento às publicidades Anvisa e Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor

quinta-feira, 7 de julho de 2011


Autor/Fonte:  CFN    partir de  ANVISA - Agência Nacional de Vigilância Sanitária acesso em 07/07/2011
Consumo e Saúde
Produtos sujeitos à vigilância sanitária - Fique atento às publicidades
Anvisa e Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor
FATO
É comum encontrarmos nos meios de comunicação anúncios de diversos tipos de produtos, como medicamentos, alimentos,produtos para a saúde, entre outros, prometendo resultados rápidos, um alívio imediato ou uma instantânea sensação de
bem-estar. O fato é que alguns produtos nem sempre alcançam o efeito desejado pelo consumidor, podendo inclusive apresentar riscos decorrentes de seu uso inadequado.
Os anúncios devem divulgar informações verídicas e completas quanto a um determinado produto, mencionando todas as suas características, evitando destacar apenas seus aspectos benéficos. Peças publicitárias que omitem informações essenciais ou que estão em desacordo com a legislação vigente expõem o consumidor a situações de risco, podendo estimular o uso inadequado do produto anunciado ou incentivar o uso deste com fins terapêuticos diferentes do aprovado em seu registro, o que pode causar danos à saúde. Desta maneira, o consumidor deve ficar atento às publicidades que prometem a cura para muitas doenças e desconfiar de produtos milagrosos. Lembre-se
também que é fundamental denunciar as possíveis irregularidades, seguindo as orientações contidas na página de propaganda, no Portal da Anvisa (Propaganda/Regras básicas).

É importante não confiar somente nos anúncios e buscar informações para verificar se o produto divulgado é sujeito às normas da vigilância sanitária. Caso seja, o cidadão pode comprovar o seu registro junto à Anvisa e, sempre que necessário, procurar a orientação de um profissional de saúde.

CONCEITO
Para produzir e comercializar um produto sujeito à vigilância sanitária, a empresa deve registrá-lo antes. O registro constitui a permissão da Anvisa e é o momento de avaliação de sua segurança, eficácia e da comprovação das demais características que permitem o uso do produto. Assim, o registro é a garantia de que o produto foi avaliado com bases científicas e atende às normas da vigilância sanitária. A liberação da Anvisa ocorre somente quando todas as exigências são cumpridas. Ao adquirir produtos sujeitos ao controle sanitário, o consumidor pode verificar na embalagem alguns dados importantes, tais como o nome da empresa, CNPJ, endereço e o SAC. Além disso, pode também identificar o número do registro na Anvisa.
A observância desses fatores e, principalmente, a constatação do registro são indícios de que o produto está dentro dos padrões e normas da Agência.

ONDE LOCALIZAR E IDENTIFICAR OS REGISTROS DE MEDICAMENTOS E DEMAIS PRODUTOS REGISTRADOS.
O número de registro dos produtos sujeitos à vigilância sanitária deve ser encontrado facilmente na embalagem do produto, em seu lado externo. No caso de medicamentos, por exemplo, a numeração do registro se inicia sempre pelo número 1. Antes da numeração do registro deve estar escrito a sigla “MS”, que identifica o Ministério da Saúde, ou “ANVS” ou “ANVISA”. O fato do produto ser registrado no Ministério da Saúde/Anvisa não é um diferencial de qualidade e sim um pré-requisito legal
para sua comercialização e divulgação.

Produtos para Saúde
Nº Inicial

Exemplo de Registro
Medicamentos
1
1.2700.0002.001-9
Cosméticos
2
2.1888.0006.001-7
Saneantes
3
3.1825.0013.001-6
Alimentos
4, 5 ou 6
6.2109.0008.001-1
Produtos para Saúde
1 ou 8
100117710120
A consulta ao registro de produtos pode ser feita no portal da Anvisa(www.anvisa.gov.br)

Material Conselho Federal de Nutricionistas sobre OBESIDADE

terça-feira, 5 de julho de 2011

Segue material interessante  do Conselho Nacional de Nutricionistas sobre OBESIDADE , lembrando que:
 A reprodução do material do CFN disponível abaixo só é autorizada se for preservado integralmente todo o conteúdo. Ou seja, não é permitida nenhuma alteração. Qualquer dúvida sobre o assunto deve ser encaminhada para o e-mail comunicacao@cfn.org.br.



Material Conselho Federal de Nutricionistas sobre ANEMIA

Segue material interessante  do Conselho Nacional de Nutricionistas sobre Anemia , lembrando que:
 A reprodução do material do CFN disponível abaixo só é autorizada se for preservado integralmente todo o conteúdo. Ou seja, não é permitida nenhuma alteração. Qualquer dúvida sobre o assunto deve ser encaminhada para o e-mail comunicacao@cfn.org.br.


Com 2 bilhões de famintos, mundo está perto de nova crise alimentar- Fonte CFN

Fonte : Conselho Federal de Nutricionistas acesso em 05/07/2011
Autor/Fonte: GAZETA DO POVO - PR

A alta nos preços dos  ALIMENTOS, a especulação e a desigualdade na distribuição de recursos entre pequenos produtores e os latifundiários são problemas globais e fazem da SEGURANÇA ALIMENTAR uma das principais questões na pauta internacional.

O coordenador-executivo da organização não governamental Action Aid Brasil, Adriano Campolina, falou sobre essas questões em entrevista à reportagem da Gazeta do Povo, realizada por telefone. Agrônomo e especialista em SEGURANÇA ALIMENTAR e relações comerciais internacionais em agricultura, Campolina já foi diretor internacional deSEGURANÇA ALIMENTAR da Action Aid e, também, diretor da mesma instituição para África.
"Os países precisam sair da retórica e, de fato, investir pesadamente em recursos públicos e apoio para a agricultura familiar [para evitar a crise alimentar]"
Ele fala sobre a importância da Organização das Nações Unidas para a Agricultura e ALIMENTAÇÃO (FAO) e da eleição do brasileiro José Graziano como diretor-geral dessa agência da ONU.
Qual a representatividade e a importância da FAO no atual contexto mundial?
A FAO implementa uma série de atividades relacionadas à agricultura e à SEGURANÇA ALIMENTAR. Tem um centro de estatística em que acompanha a produção global de ALIMENTOS e a evolução da SEGURANÇA ALIMENTAR. Também tem departamentos voltados a atividades de cooperação internacional, a fim de apoiar os países mais pobres. Mas a FAO tem um outro papel muito importante, que é coordenar políticas públicas de combate à fome.
E como tem sido exercido esse papel político?
Como tem representação dos governos de quase todos os países do mundo, a FAO deveria também ser um espaço onde se buscasse construir um consenso político sobre as melhores formas de combater a fome, mas falhou nesse sentido nos últimos anos. Houve um momento muito importante, em 1996, quando foi realizada uma cúpula mundial da ALIMENTAÇÃO, com chefes de estados do mundo inteiro. Cada um dos países se comprometeu a fazer planos nacionais de como erradicar a fome. Infelizmente, dez anos depois, nem conseguiram fazer outra cúpula. Acabaram fazendo apenas uma reunião com representantes dos países, porque não conseguiram manter o mesmo ímpeto político no combate à fome. Isso, não só por culpa da FAO, mas também dos próprios governos, que não deram prioridade ao assunto.
Quando houve a crise alimentar, em 2008, o secretário-geral da ONU criou um grupo especial, com várias agências, inclusive a FAO. Se a FAO tivesse mantido a liderança de 1996, ela seria por natureza o organismo a fazer isso, não seria preciso criar um outro grupo de trabalho.
Para o Brasil, qual a importância de Graziano estar à frente da FAO?
Nesse momento da conjuntura internacional, em que a crise alimentar ocupa espaço importante nos maiores governos, a FAO é uma oportunidade para o Brasil, a partir do sucesso que tivemos aqui, de demonstrar liderança no combate à fome. Agora, o Brasil deve apresentar alternativas e soluções para contribuir efetivamente.
Em um artigo publicado no site da Action Aid, o senhor disse que o G20 não tem legitimidade para governar o sistema global de ALIMENTOS. Qual a força da FAO diante do G20?
O G20, por ter entre seus membros potências agrícolas muito importantes, acaba tendo um grande impacto no mercado de ALIMENTOS e nos preços, mas não pode, de maneira nenhuma, ser o espaço que determina a coordenação internacional de políticas agrícolas. Afinal, são só 20. O que fazer com os outros 173 países, que são exatamente onde a fome é mais prevalente? O G20 não têm legitimidade para coordenar as políticas globais. Mas tem poder e responsabilidade de corrigir as bobagens que fez, que levaram à crise alimentar. A responsabilidade do G20 é fortalecer e reconhecer a FAO e o comitê de SEGURANÇA ALIMENTAR como o espaço legítimo de coordenação dessas políticas.
Uma matéria publicada no jornal Valor Econômico, na semana passada, cita a constatação feita por José Graziano de que a alta dos preços agrícolas deve persistir e a consequência poderá ser uma nova crise alimentar. O senhor concorda com essa previsão? O que pode ser feito para evitar isso?
Nós estamos muito próximos disso. Tínhamos, no mundo, até 2008, cerca de 950 milhões de pessoas em situação de fome ou DESNUTRIÇÃO. Com a crise, outros 100 milhões se somaram a esse número e passamos de 2 bilhões. Neste momento, estamos muito próximos de uma crise alimentar semelhante à de 2008. A FAO fez uma pesquisa e constatou que, no último ano, o preço da cesta básica no mundo aumentou 50%. Trigo e milho, que são muito importantes para a SEGURANÇA ALIMENTAR, estão com preços quase 100% maiores que no ano passado. Na avaliação da Actio Aid, estamos a uma má colheita de uma nova crise. Este ano, nós já temos mais 44 milhões de pessoas empurradas para situação de fome. Mas uma nova crise ainda pode ser evitada.
Quais são os principais estímulos para essa crise?
Há operações financeiras que compram papéis e denominam a correção do título atrelada ao preço do milho. Ao denominar a correção do título monetário em valor de commodities, estão especulando que o preço vai aumentar. Esse mercado virtual, acaba tendo resultado no mercado real. Essa especulação teria de ser limitada com urgência absoluta. E o G20 tem poder para fazer isso. Outra condição é regular a produção do biocombustíveis. É preciso proibir esse tipo de uso ou regulá-lo ou inibi-lo porque, se não, a alta dos preços é estimulada, pois aumenta muito a demanda por um produto que poderia estar sendo usado para a ALIMENTAÇÃO. E eu avalio o caso do Brasil com preocupação. Há um risco grande de que essa expansão acelerada de biocombustíveis ocorra sobre áreas que antes vinham produzindo ALIMENTOS. Ocorre aí uma competição por recursos, como terra, crédito.
Como a crise alimentar ainda pode ser evitada?
Os países precisam sair da retórica e, de fato, investir pesadamente em recursos públicos e apoio para a agricultura familiar. No mundo, 80% dos ALIMENTOS são produzidos por agricultores pobres. Se a capacidade produtiva desses produtores for fortalecida e se for criada uma rede de proteção social que dê aos mais pobres o acesso ao alimento, é possível evitar a fome. É uma questão de decisão política.

Fonte : Conselho Federal de Nutricionistas acesso em 05/07/2011
Autor/Fonte: GAZETA DO POVO - PR


Ganho de peso está associado a bebida diet e aspartame

sábado, 2 de julho de 2011

Fonte: CFN    através da GAZETA DO POVO - PR

acesso em 02/07/2011
Pense duas vezes se você consome refrigerante DIET para manter a forma física. Um novo estudo norte-americano apresentado durante uma conferência da Associação Americana de DIABETES diz que a bebida DIET está associada ao ganho de peso. A cintura de quem toma dois ou mais refrigerantes DIET por dia pode aumentar seis vezes se comparado com os não consumidores. O estudo vem da Escola de Medicina da Uni­versidade do Texas, que acompanhou 474 indivíduos durante dez anos.
Conclusão
A conclusão obtida é que quanto mais uma pessoa bebe refrigerante DIET, mais ela engorda. A circunferência abdominal, cujo tamanho pode indicar a propensão ou não aDOENÇAS CARDÍACAS, também ficou 70% maior. Uma outra pesquisa apresentada no mesmo evento mé­­dico afirma que o aspartame, presente como ingrediente de produtos DIET e usado como adoçante, aumentou o nível de acúçar no sangue de camundongos com propensão a DIABETES.
Estudos como esses mostram que o refrigerante DIET e o aspartame não são tão bons para as saúde quanto as propagandas costumam sugerir.
Alerta
Para a professora de epidemiologia clínica Helen Hazuda, que conduziu o estudo da Uni­versidade do Texas, os consumidores deveriam ser alertados sobre os perigos à saúde ao ingerir esses produtos.

Surto europeu de 'E. coli'

sexta-feira, 1 de julho de 2011

Mais reportagens sobre o assunto E coli ( difícil a identificação da causa ). 

Problema que alguns ganham e outros perdem muito dinheiro com isso. E o principal perdemos VIDAS.

A  E. coli é um dos microorganismos mais comuns do trato intestinal. A maior preocupação é que a E. Coli possui diversas linhagens . E algumas trazendo sintomas mais graves como as Linhagens patogênicas como as classes:: ETEC,EIEC, EPEC,  e EHEC.

Cada linhagem possui uma medida de controle específica , mas as mais comuns são:
  • controle da contaminação de água e alimentos por fezes;
  •  tratamento térmico adequado dos alimentos
  •  conscientização dos manipuladores de alimentos sobre higiene pessoal e seu afastamento quando doentes;
  • saneamento básico; 
  • práticas adequadas de higiene .

Ou seja  :
AS BOAS PRÁTICAS DE FABRICAÇÃO

Achei interessante postar pois somos responsáveis pela compra e manuseio de alimentos e temos que estar atentos as notícias e as boas práticas nos estabelecimentos que trabalhamos e em nossas  casas.



Segue a reportagem escrita de ontem e o vídeo :
FONTES: G1 em 01072011 - -

Surto europeu de 'E. coli' estaria ligado a sementes egípcias

Reuters LONDRES (Reuters) -

 Sementes de alforva (ou feno-grego) importadas do Egito podem ter desencadeado o surto da bactéria 'E. coli' na Alemanha e França, que já matou pelo menos 48 pessoas, segundo pesquisas preliminares de cientistas europeus.Mais de 4.000 pessoas já foram contaminadas pela doença na Europa e América do Norte desde o começo de maio. Quase todos os afetados viviam na Alemanha ou haviam passado por lá recentemente.A epidemia alemã e um surto menor em torno da cidade francesa de Bordéus vinham sendo atribuídos ao consumo de brotos comestíveis.Especialistas do Centro Europeu de Prevenção e Controle de Doenças (ECDC), com sede na Suécia, e da Autoridade Europeia de Segurança Alimentar (EFSA), da Itália, disseram que os estudos preliminares sugerem que 'o consumo de brotos é o veículo suspeito da infecção tanto no aglomerado (de casos) francês quanto no surto alemão.''A reconstituição (da origem) está progredindo, e até agora tem demonstrado que as sementes de feno-grego importadas do Egito em 2009 e/ou 2010 estão implicadas em ambos os surtos', disseram as instituições em um comunicado conjunto.A cepa da 'E. coli' envolvida nos atuais surtos é a STEC O104:H4, que pode causar diarreia grave e, em alguns casos, insuficiência renal e morte.(Por Eric Kelsey e Kate Kelland)

 

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