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Aproveitamento Integral dos Alimentos

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ANVISA-Contaminação por agrotóxicos persiste em alimentos analisados

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Fonte: ANVISA acesso em 07-12-11
Danilo Molina - Imprensa / Anvisa
O pimentão, o morango e o pepino lideram o ranking dos alimentos com o maior número de amostras contaminadas por agrotóxico, durante o ano de 2010. É o que apontam dados do Programa de Análise de Resíduos de Agrotóxicos de Alimentos (Para) da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa),  divulgados nesta quarta-feira (7/12). Mais de 90% das amostras de pimentão analisadas pelo Programa apresentaram problemas.

No caso do morango e do pepino, o percentual de amostras irregulares foi de 63% e 58%, respectivamente. Os dois problemas detectados na análise das amostras foram: teores de resíduos de agrotóxicos acima do permitido e o uso de agrotóxicos não autorizados para estas culturas.

A alface e a cenoura também apresentaram elevados índices de contaminação por agrotóxicos. Em 55% das amostras de alface foram encontradas irregularidades. Já na cenoura, o índice foi de 50%.

Na beterraba, no abacaxi, na couve e no mamão foram verificadas irregularidades em cerca de 30% das amostras analisadas. “São dados preocupantes, se considerarmos que a ingestão cotidiana desses agrotóxicos pode contribuir para o surgimento de doenças crônicas não transmissíveis, como a desregulação endócrina e o câncer”, afirma o diretor da Anvisa, Agenor Álvares.

Por outro lado, a batata obteve resultados satisfatórios em 100% das amostras analisadas. Em 2002, primeiro ano de monitoramento do programa, 22,2% das amostras de batata coletadas apresentavam irregularidades.

Balanço

No balanço geral, das 2.488 amostras coletadas pelo Para, 28% estavam insatisfatórias. Deste total, em 24, 3% dos casos, os problemas estavam relacionados à constatação de agrotóxicos não autorizados para a cultura analisada.

Já em 1,7% das amostras foram encontrados resíduos de agrotóxicos em níveis acima dos autorizados.  “Esses resíduos indicam a utilização de agrotóxicos em desacordo com as informações presentes no rótulo e bula do produto, ou seja, indicação do número de aplicações, quantidade de ingrediente ativo por hectare e intervalo de segurança”, evidencia Álvares.

Nos 1,9% restantes, as duas irregularidades foram encontradas simultaneamente na mesma amostra.

Para

Em 2010, o programa monitorou o resíduo de agrotóxicos em 18 culturas: abacaxi, alface, arroz, batata, beterraba, cebola, cenoura, couve, feijão, laranja, maçã, mamão, manga, morango, pepino, pimentão, repolho e tomate. As amostras foram coletadas em 25 estados do país e no Distrito Federal. Apenas São Paulo não participou do Programa em 2010.

“Essas culturas são escolhidas de acordo com a importância do alimento na cesta básica dos brasileiros, no perfil de uso de agrotóxicos para aquela cultura e na distribuição da lavoura pelo território nacional”, explica Álvares. Depois, as amostras foram encaminhadas para análise nos seguintes laboratórios: Instituto Octávio Magalhães, Laboratório Central do Paraná, Laboratório Central do Rio Grande do Sul e Laboratório Central de Goiás.

A metodologia analítica empregada pelos laboratórios é a multiresíduos, capaz de identificar a presença de até 167 diferentes agrotóxicos em cada amostra analisada. “Trata-se de uma tecnologia de ponta e é utilizada por países como Alemanha, Austrália, Canadá, Estados Unidos e Holanda para monitorar resíduos de agrotóxicos em alimentos”, diz o diretor da Anvisa.

Cuidados

Para reduzir o consumo de agrotóxico em alimentos, o consumidor deve optar por produtos com origem identificada. Essa identificação aumenta o comprometimento dos produtores em relação à qualidade dos alimentos, com adoção de boas práticas agrícolas.

É importante, ainda, que a população escolha alimentos da época ou produzidos por métodos de produção integrada (que a princípio recebem carga menor de agrotóxicos). Alimentos orgânicos também são uma boa opção, pois não utilizam produtos químicos para serem produzidos.

Os procedimentos de lavagem e retirada de cascas e folhas externas de verduras ajudam na redução dos resíduos de agrotóxicos presentes apenas nas superfícies dos alimentos. “Os supermercados também tem um papel fundamental nesse processo, no sentido de rastrear, identificar e só comprar produtos de fornecedores que efetivamente adotem boas práticas agrícolas na produção de alimentos”, afirma Álvares.

Em 2010, apenas 2,1% das amostras analisadas pelo Para não tiveram qualquer rastreabilidade. Na maioria dos casos (61,2%), foi possível rastrear o alimento até o distribuidor.

Confira a íntegra dos resultados do Programa de Análise de Resíduos de Agrotóxicos de 2010.

Resultados Para 2010
 

ProdutoNº de amostras analisadasNA> LMR> LMR e NATotal de Insatisfatórios
(1)(2)(3)(1+2+3)
%%%%
Abacaxi1222016,4%108,2%108,2%4032,8%
Alface1316851,9%00,0%32,3%7154,2%
Arroz148117,4%00,0%00,0%117,4%
Batata14500,0%00,0%00,0%00,0%
Beterraba1444430,6%21,4%10,7%4732,6%
Cebola13143,1%00,0%00,0%43,1%
Cenoura1416948,9%00,0%10,7%7049,6%
Couve1443524,3%42,8%74,9%4631,9%
Feijão15385,2%21,3%00,0%106,5%
Laranja1481510,1%32,0%00,0%1812,2%
Maça14685,5%53,4%00,0%138,9%
Mamão1483221,6%106,8%32,0%4530,4%
Manga12554,0%00,0%00,0%54,0%
Morango1125851,8%32,7%108,9%7163,4%
Pepino1367655,9%21,5%00,0%7857,4%
Pimentão14612484,9%00,0%106,8%13491,8%
Repolho12786,3%00,0%00,0%86,3%
Tomate1412014,2%10,7%21,4%2316,3%
Total248860524,3%421,7%471,9%69427,9%
(1) amostras que apresentaram somente IA não autorizados (NA); (2) amostras somente com IA autorizados, mas acima dos limites máximos autorizados (> LMR); (3) amostras com as duas irregularidades (NA e > LMR); (1+2+3) soma de todos os tipos de irregularidades.

Holanda quer abrir mercado de lácteos no Brasil

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Fonte: MAPA  acesso em 06/12/11 
Durante encontro entre ministros da Agricultura, holandeses mostram interesse em exportar produtos lácteos para o Brasil
O ministro da Agricultura, Pecuária e Abasteicmento, Mendes Ribeiro Filho, recebeu, na manhã desta terça-feira, 29 de outubro, comitiva presidida pelo ministro da Agricultura e Comércio Exterior da Holanda, Henk Bleker. A abertura do mercado brasileiro para produtos lácteos holandeses e o estabelecimento de requisitos sanitários específicos foram os temas abordados durante o encontro.
“Uma das prioridades do nosso governo é avançar no que diz respeito às questões de defesa agropecuária e sanidade, para incentivar o comércio internacional e aumentar o controle da nossa produção”, destaca Mendes Ribeiro Filho. Segundo o ministro, as negociações agrícolas internacionais são de extrema importância para o desenvolvimento econômico mundial e para uma produção agrícola segura e eficaz.
Quanto às questões sanitárias, o ministro da Holanda Henk Bleker informou que o objetivo do governo holandês é estar em plena conformidade com o regulamento brasileiro, para alcançar a abertura do mercado lácteo. Como sugestão, Henk Bleker sugeriu que seja realizada uma missão brasileira à Amsterdã para verificar como funciona o sistema de fiscalização e as unidades produtoras de leite, queijos e demais produtos lácteos. 
Comércio
A Holanda é um país da Europa Ocidental. Os principais produtos produzidos são leite de vaca, batata e carne suína, bovina e de frango. É grande importador de cacau, soja, óleo de palma e soja. Nas exportações, é destaque no mercado de cigarro, queijo, carne bovina e cerveja.
Mais informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação Social
(61) 3218-2104 / 2203
Sophia Gebrim
 

Norma que regulamenta Produção Integrada(PI Brasil) é publicada



Fonte > MAPA  acesso em 06/12/11

Além das frutas, todas as cadeias produtivas poderão receber a certificação

A partir de agora, os produtores de qualquer cadeia que optarem pela certificação de produção integrada já terão uma norma regulamentada. O Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro) publicou, na última sexta-feira, 25 de novembro, a Portariaque regulamenta o Programa de Avaliação da Conformidade da Produção Integrada para todas os produtos do setor agropecuário no Brasil.
A portaria revoga a norma que certificava frutas e engloba todos os produtos. Os agricultores que já eram certificados com a regra antiga terão um ano para se adequar às novas exigências. Algumas mudanças facilitaram o agricultor. Agora, qualquer produtor, seja pequeno ou grande, pode realizar a certificação em grupo. Além disso, não será mais necessário pagar pelo número de série emitido pelo Inmetro, prática prevista no antigo regulamento.
O documento é extenso e apresenta um passo a passo que o produtor deve seguir para receber a certificação. As etapas da avaliação da conformidade, a relação dos documentos necessários, as empresas certificadoras e os detalhes do selo de identificação estão na portaria.
Selo
Todo produto certificado pela Produção Integrada deverá ter um selo de identificação da conformidade. A presença da estampa garante que o produto é sustentável, respeita o trabalhador rural e é um alimento seguro. Todo o produtor é obrigado a fazer a analise de resíduos antes de receber o selo e chegar ao supermercado. Por isso, ao adquirir um alimento identificado, é certeza de possuir um produto saudável e protegido.
Saiba mais
A Produção Integrada Agropecuária (PI Brasil) é um sistema baseado na sustentabilidade ambiental, segurança alimentar, viabilidade econômica e rastreabilidade de todas as etapas produtivas. O programa, iniciado em 2001, prevê a inserção de tecnologias que propiciem a certificação e elevem a competitividade dos produtos. Além disso, diminui o emprego de inseticidas e fungicidas, reduz os custos de produção e o uso de fertilizantes.
A adesão à iniciativa é voluntária, porém, o produtor que optar pelo sistema terá de cumprir rigorosamente as orientações estabelecidas. O Ministério da Agricultura é responsável pela publicação das normas, enquanto as certificadoras acreditadas pelo Inmetro fazem as auditorias e emitem o selo do programa.
Mais informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação Social 
(61) 3218-2203/ 3218-3089
Débora Bazeggio

Brasileiros vivem cada vez mais

Fonte CFN acesso em 06/12/11
Autor/Fonte: Correio Braziliense

Em apenas um ano, entre 2009 e 2010, a expectativa de vida do brasileiro subiu de 73,17 para 73,48 - um acréscimo de três meses e 22 dias. Dentro do país, entretanto, as disparidades são enormes. Enquanto Alagoas amarga uma média de esperança de viver de 68 anos, pouco superior ao índice nacional em 1991, o Distrito Federal se mantém no topo do ranking do envelhecimento, com 76 anos. A marca coloca a capital federal no mesmo nível de nações reconhecidamente longevas, como o Uruguai e a Albânia. A boa-nova, divulgada ontem pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), deve ser compreendida como um alerta para as necessidades da terceira idade, que hoje já representa cerca de 10% da população, segundo especialistas.
"Temos que comemorar, mas também nos preparar para essa realidade. Mesmo porque, além do envelhecimento veloz, a baixa fecundidade atual levará a famílias menores, idosos sem filhos. Então, o autocuidado tem que ser trabalhado desde já", alerta Maria Luciana Carneiro de Barros Leite, assistente social especialista em gerontologia e vice-presidente do Conselho em Defesa dos Direitos dos Idosos no DF. Segundo ela, a falta de política pública pode transformar o acréscimo de anos vividos, para a parcela mais carente da população, em verdadeiro martírio. "As políticas precisam ser orientadas para toda a família. E não só, mas também, na área da saúde. O idoso de hoje e o de amanhã necessitam, igualmente, de ações em segurança pública, educação, sexualidade, de incentivo ao convívio intergeracional", defende.
A expectativa de vida das mulheres (77,3 anos) é consideravelmente mais elevada que a dos homens (69,7). Os óbitos violentos - como homicídios, acidentes de trânsito e afogamentos - cujas vítimas quando jovens e adultos são homens em mais de 90% dos casos, explicam o principal fator para a longevidade feminina. No Rio de Janeiro, estado cujos índices de violência se destacam, as mulheres vivem nove anos mais. Para o geriatra e professor da Universidade de Brasília Renato Maia, a displicência com a própria saúde também contribui para os índices deles serem mais modestos. "Você não vê um homem desacompanhado em uma consulta. Ele vai empurrado pela filha, pela esposa. Já a mulher se cuida, quase sempre está sozinha no médico", ressalta Maia.
A aposentada Neuza Soares, 76 anos, é um exemplo de longevidade derivada de cuidados com o bem-estar. Moradora de Brasília desde 1964, a mineira conta que seu segredo é a prática de exercícios diários, com caminhadas e exercícios no Parque Olhos D'Água, e a ALIMENTAÇÃO BALANCEADA, "meio vegetariana". Neuza, que é mãe de uma filha e tem uma neta, conta que não toma remédios controlados e que vai ao médico periodicamente para fazer exames. As atividades físicas são apontadas como o principal fator para manter a saúde. "Se tiver algum distúrbio, o EXERCÍCIO conserta", conta Neuza, confessando que a vaidade ajuda: "A gente não pode se abandonar, tem que ter uma dose de vaidade".
Outra novidade trazida pelo IBGE é a redução da mortalidade infantil. A taxa no Brasil, em 2010, foi estimada em 21,64 óbitos por mil nascidos vivos, indicando redução de 28,03% ao longo da década. Mas, segundo o órgão, ainda não há detalhamento por unidade da Federação ou região.

ANVISA-Atualizada lista de aditivos permitidos para cervejas

Fonte : Anvisa acesso em 06/12/11
Daniele Carcute - Imprensa/Anvisa

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) atualizou, nesta sexta-feira (2/12), as listas de coadjuvantes de tecnologia e de aditivos alimentares permitidos na fabricação de cervejas.
Coadjuvante de tecnologia é toda substância empregada no processo de fabricação do alimento para obter uma finalidade tecnológica. A resolução da Anvisa (RDC nº 64/2011) traz a lista das produtos permitidos e suas respectivas funções.  Foram incluídos na lista, por exemplo,  o Dimetilpolisiloxano (função de detergente), os ácidos Fosfórico, Giberélico, Lático e Sulfúrico (função de catalisador) e a Poliamida (agente de clarificação/filtração).
Aditivos alimentares (RDC nº 65/2011) são substâncias intencionalmente adicionadas aos alimentos com o objetivo de conservar, intensificar ou modificar suas propriedades, desde que não prejudiquem seu valor nutritivo. Foram incluídas entre as substâncias permitidas os corantes Riboflavina, Carmim, Clorofila e Vermelho de beterraba; e os estabilizantes Goma Arábica e Goma Acácia, entre outros.  Já o antioxidante Ditionito de sódio foi excluído da lista.
Os fabricantes terão o prazo de um ano para promover as adequações necessárias dos produtos que já são comercializados. Os novos produtos devem atender às exigências de imediato.

Saiba mais:
Entre os produtos submetidos ao controle e à fiscalização pela Anvisa,  estão incluídos os aditivos alimentares e os coadjuvantes de tecnologia de fabricação, conforme disposto na Lei no. 9782, de 26 de janeiro de 1999. Com base em princípios da análise de risco, a Anvisa estabelece quais são os aditivos e os coadjuvantes de tecnologia permitidos para as diferentes categorias de alimentos e em que funções e limites máximos de uso, visando alcançar o seu efeito tecnológico sem oferecer risco à saúde humana.
Para que um aditivo seja aprovado no Brasil são consideradas referências internacionalmente reconhecidas, como o Codex Alimentarius, a União Europeia e, de forma complementar, a U.S. Food and Drug Administration (FDA). Esse critério é estabelecido pela legislação brasileira – Portaria SVS/MS n. 540/1997 – e pelo Mercosul.

JAPÃO->Césio é encontrado em leite em pó

FONTE: G1  ACESSO EM 06/11/12 

Meiji disse estar recolhendo 400 mil latas da fórmula, vendido só no Japão.

Ações da empresa tiveram queda de 10%, indice mais baixo desde 2009.

A japonesa Meiji Holdings disse nesta terça-feira (6) que césio radioativo foi encontrado em leite em pó infantil produzido por uma empresa de alimentos no mais recente susto para o país, quase nove meses depois do desastre nuclear de Fukushima.
O leite Meiji, suspeito de contaminação por césio (Foto: AFP)Após a notícia, as ações da Meiji tiveram queda de quase 10%, chegando ao índice mais baixo desde maio de 2009. A Meiji disse estar recolhendo 400 mil latas da fórmula, que foi vendida apenas no Japão.
Preocupações com a segurança dos alimentos têm abalado o público desde que o terremoto e tsunami de 11 de março destruíram a usina de Fukushima Daiichi, no pior acidente nuclear em 25 anos no mundo, espalhando radiação sobre uma grande área no norte e leste do Japão.
Casos de radiação excessiva em vegetais, chá, leite, frutos do mar e água geraram ansiedade apesar de autoridades públicas assegurarem que os índices detectados não são perigosos.
A Meiji disse não ter certeza da quantidade exata de césio no leite em pó, mas suspeita que as substâncias radioativas emitidas pelo acidente de Fukushima possam ter sido a fonte. O porta-voz da empresa disse à Reuters que o ar quente usado no processo de desidratação do leite pode ter contido césio.
Testes realizados pela Meiji indicaram que até 30,8 becquerels de césio foram encontrados por quilo de leite em pó. Isso está abaixo do limite permitido pelo governo, mas de qualquer forma a empresa realizará um recolhimento voluntário do produto.
O limite estipulado pelo Ministério de Saúde do Japão é de 200 becquerels por quilo de leite em pó, segundo um porta-voz do departamento de segurança alimentar do ministério.

FONTE DA FOTO-- AFP
 

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