Image and video hosting by TinyPic

Entre em contato conosco - Acesse nosso site

Entre em contato conosco - Acesse nosso site
NUTRY UP- (21) 99386-8660

NOSSOS SERVIÇOS

NOSSOS SERVIÇOS
Manual de Boas Práticas, POPs , Treinamentos

Cartilha da ANVISA- para orientação de Manipuladores de Alimentos

Aproveitamento Integral dos Alimentos

Aproveitamento Integral dos Alimentos
MESA BRASIl

ANVISA:Ranking revela condições sanitárias de cruzeiros de longo curso

terça-feira, 19 de junho de 2012


Fonte Danilo Molina / Imprensa - Anvisa acesso em 19/06/2012
Dados divulgados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), nesta segunda-feira (18/6), apontam que 55% dos navios de longo curso, que estiveram na costa brasileira durante a última temporada, estavam em excelentes condições sanitárias. Das 27 embarcações inspecionadas pela Agência, 15 foram classificadas na categoria A.

O ranking da Anvisa classifica os navios em quatro categorias (A,B,C e D), de acordo com o grau de risco para saúde que cada embarcação apresenta no momento em que foram fiscalizadas pela Agência. Navios classificados na categoria A são os com melhores condições sanitárias e os que ficam na categoria D apresentam as piores.

Cinco embarcações de longo curso (19%) foram classificadas na categoria B, ou seja, estavam em boas condições sanitárias (acima da média). “Se considerarmos que 74% dos navios possuíam excelente ou boas condições sanitárias, podemos concluir que o trabalho da Agência junto ao setor tem gerado resultados positivos para a saúde dos brasileiros”, aponta o Diretor de Controle de Monitoramento Sanitário da Anvisa, Agenor Álvares.
Além disso, outras quatro embarcações foram classificadas na categoria C, que abrange os navios em condições sanitárias satisfatórias (na média). Por outro lado, os navios Star Princess, Veendam e Asuka 2 estavam em condições sanitárias insatisfatórias e foram classificados na categoria D do ranking da Anvisa.
“Embarcações classificadas na categoria D estão em condições inadequadas e passam por correções imediatas dos problemas que representam maior risco para a saúde dos passageiros antes de serem liberadas”, explica Álvares. Os navios de cruzeiro de longo curso são aqueles que realizam viagens internacionais entre portos estrangeiros e brasileiros. Essas embarcações fazem escalas em um ou mais portos brasileiros. Os resultados das inspeções estão disponíveis na página da Agência na internet.
Irregularidades
No caso dos navios de cruzeiro de longo curso, as principais irregularidades detectadas pela Anvisa foram: alimentos fracionados sem rótulo mínimo (que identifique no mínimo qual alimento se trata e a data e hora de fracionamento) e áreas de recebimento de alimentos com potenciais riscos de contaminação dos alimentos. Além disso, foi constatado o armazenamento de produtos de limpeza em locais inadequados  e a presença de equipamentos e produtos  armazenados nas salas de ar condicionado, o que não é permitido pela legislação sanitária.
Outro problema foi a falta do controle do tempo e da temperatura dos alimentos expostos para o consumo. “Verificamos que, em algumas embarcações, existia apenas o controle do tempo de exposição dos alimentos, medida que é aceita em muitos países. Entretanto, no Brasil, também é preciso haver controle quanto à temperatura dos alimentos”, afirma o diretor da Anvisa.
 Dentre outras não conformidades, ocorridas com menor frequência, foram encontrados locais de armazenamento de lixo menor que o volume gerado ou sem a segregação entre os tipos de resíduos gerados e lavatórios para higienização das mãos sem sabão líquido e papel toalha disponíveis. Outras irregularidades constatadas foram: falhas no monitoramento dos padrões de potabilidade da água, falta de plano de controle integrado de vetores e alimentos fora do prazo de validade.
Classificação sanitária dos navios de longo curso 



Ranking de navios de cruzeiro de longo curso

Nome do navio

Padrão de Qualidade Sanitária
Deustchland
A
Marco Polo
A
Seabourn Quest
A
Silver Cloud
A
Vistamar
A
Aida Cara 
A
Amsterdã
A
Silver Whisper
A
Adonia
A
Artania
A
Pacific Princess
A
Prinsendam
A
Crystal Symphony
A
Insignia
A
Azamara Journey
A
Sea Dream II
B
Seven Seas
B
Mariner
B
Silver Spirit
B
Silver Whisper
B
Braemar
B
Albatros
C
Columbus
C
Balmoral
C
Astor
C
Star Princess
D
Veendam
D
Asuka 2
D


 Cabotagem
Em março, a Anvisa divulgou o rankig dos 18 navios de cruzeiro que ficaram em cabotagem na costa brasileira durante toda a temporada. “São navios diferentes, mas o cenário encontrado pelos fiscais foi bem parecido”, diz Álvares.
Do total , 61% das embarcações de cabotagem ficaram classificadas na categoria B, 23% na categoria A e 11% na categoria C. Apenas o navio Grand Amazon foi enquadrado na categoria D.
De acordo com o diretor da Anvisa, as não conformidades encontradas nos navios de cruzeiro de longo curso assemelham-se com aquelas detectadas nos navios de cruzeiro de cabotagem. “Essa semelhança aponta o rumo no qual é preciso focar esforços para melhorar as condições dos navios de cruzeiro que passam na consta brasileira”, aponta Álvares.
Classificação
A classificação dos navios de cruzeiros em uma das quatro categorias considera dois quesitos variáveis: o índice de conformidade e a pontuação de risco. O primeiro corresponde à porcentagem dos itens do roteiro de inspeção que foram atendidos pela embarcação.
Já o segundo é a somatória dos valores de cada item do roteiro de inspeção que não foi cumprido, de acordo com o risco envolvido. Este índice pode variar de zero (navios com maior índice de segurança possível) a 5 mil (navio com menor índice de segurança possível).
Navios classificados no padrão de qualidade sanitária A apresentam índice de conformidade acima de 95% e índice de risco abaixo de 200. O padrão B envolve embarcações com índice de conformidade entre 90% e 94% e índice de risco entre 200 e 500.
No nível C, estão os cruzeiros que apresentam índice de conformidade entre 85% e 89% e índice de risco entre 500 e 800. Já as embarcações do nível D estão com índice de conformidade menor de 85% e índice de risco maior que 800.
Inspeção
Todos os navios de cruzeiro que circulam na costa brasileira passam por inspeções sanitárias da Anvisa. Nestas inspeções, realizadas de supresa, os fiscais da Agência verificam todos os controles da embarcação referentes à segurança sanitária dos alimentos preparados e da água para consumo humano ofertados a bordo. Outras áreas e serviços de importância sanitária, como águas recreativas (piscinas, hidromassagens, etc.), limpeza de cabines e ambientes, gerenciamento de lixo, sistema de tratamento de esgoto, controle de vetores/animais peçonhentos e salão de beleza, também são verificados.
As fiscalizações sanitárias de navios de cruzeiro seguem um mesmo roteiro de inspeção para todas as embarcações. No caso da constatação de irregularidades, as embarcações só são liberadas para continuar a navegação de rotina após a correção dos problemas.

Rio + 20: Programação da Anvisa na conferência

sexta-feira, 15 de junho de 2012

Fonte: Imprensa / ANVISA acesso em 15/06/2012 


A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) participará da Conferência das Nações Unidas sobre o Desenvolvimento Sustentável – Rio +20, para construir uma agenda de sustentabilidade para a Saúde.  O encontro, que está sendo realizado no Rio de Janeiro, vai até a próxima sexta-feira (22/6).O diretor José Agenor Álvares da Silva e a assessora de Comunicação, Eventos e Cerimonial da Anvisa, Márcia Turcato, fazem parte da delegação oficial do Ministério da Saúde. Eles integrarão a comitiva brasileira formada por mais de cem chefes de estado e de governo, entre os dias 20 e 22 de junho.

Entre as ações da Anvisa durante a Conferência, destacam-se:

Mostra sobre Inovação TecnológicaData: de 13 a 24 de junhoLocal: Pier Mauá

Debate sobre impactos dos agrotóxicos na saúde e no ambienteData: sábado, 16 de junhoHorário: das 14h às 17hPalestrante: Heloisa Rey Farza, especialista da AnvisaLocal: Tenda C do Espaço Saúde, Ambiente e Sustentabilidade da Cúpula dos Povos, Aterro do Flamengo.

Debate sobre inclusão produtiva com segurança sanitáriaData: segunda-feira, 18 de junhoHorário: das 9h às 11hPalestrante: Rosilene Mendes dos Santos, coordenadora de Articulação Institucional da AnvisaLocal: Tenda 8 do Espaço Saúde, Ambiente e Sustentabilidade da Cúpula dos Povos, Aterro do Flamengo.

ANVISA: Países discutem segurança de agrotóxicos em Paris






Segue abaixo informativo , publicado hoje no site da ANVISA sobre andamento da discussão sobre a segurança no uso de  agrotóxicos 



Fonte: Imprensa / ANVISA acesso em 15/06/2012Representantes de mais de 30 países estão reunidos, desde segunda-feira (11/6), em Paris (França), para discutir questões relativas à segurança no uso de agrotóxicos.  O encontro faz parte do calendário de atividades do Grupo de Trabalho sobre Pesticidas (WGP), da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE).

Na ocasião, ficou decidido que o Brasil irá participar da avaliação internacional conjunta de ingredientes ativos de agrotóxicos. “Seremos relatores primários nos quesitos: propriedades físico químicas, processo de síntese e destinação ambiental”, explica o gerente-geral de Toxicologia da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), Luiz Cláudio Meirelles, que compõe a delegação brasileira.
Além disso, o Brasil passará a integrar o grupo coordenado para a avaliação e classificação de agrotóxicos e outros químicos de interesse toxicológico. “Também enviamos sugestão para a formação de um grupo internacional que defina critérios de Boas Práticas de Fabricação na indústria de agrotóxicos”, complementa Meirelles.
Na reunião, ficou acordado, ainda, que o Brasil irá acompanhar as reuniões da WGP, com objetivo de harmonizar os critérios de registros de agrotóxicos no país.  O encontro termina nesta sexta-feira (15/6).
 WGP
O Grupo de Trabalho sobre Pesticidas é composto por funcionários do governo dos 30 países e membros da OCDE.  Também participam do grupo representantes da Comissão Europeia, da indústria de pesticidas e da comunidade de interesse ambiental e público.
Países como Brasil e China participam das reuniões na condição de observadores. O WGP se reúne a cada nove meses e está implementando mais de doze projetos que focam diferentes aspectos da regulamentação tanto dos produtos químicos, como dos biológicos utilizados na agricultura.

GUIA ALIMENTAR PARA A POPULAÇÃO BRASILEIRA Promovendo a Alimentação Saudável

quinta-feira, 24 de maio de 2012



Segue abaixo o GUIA ALIMENTAR PARA A POPULAÇÃO BRASILEIRA - Promovendo a Alimentação Saudável do Ministério da Saúde elaborado pela  Coordenação-Geral da Política de Alimentação e Nutrição  em 2005
  

O "Guia Alimentar para a População Brasileira" dividido em 3 partes contém as primeiras diretrizes alimentares oficiais para a nossa população.  


GUIA ALIMENTAR PARA A POPULAÇÃO BRASILEIRA Promovendo a Alimentação Saudável

View more documents from Lidiane Martins.

Pesquisa avalia propriedades funcionais de alho industrializado



Por Karina Toledo

Fonte : Agencia Fapesp acesso em 15/04/2012

Agência FAPESP – O sabor e as propriedades terapêuticas do alho são reverenciados desde a antiguidade, mas seu forte odor característico– ao qual já foi atribuído até o poder de espantar vampiros – faz com que muitas pessoas evitem manipular a hortaliça.

Como alternativa, existem diversas versões de alho prontas para o consumo. Mas, segundo pesquisa feita na Agência Paulista de Tecnologia do Agronegócio (APTA), o alimento perde praticamente todas as suas propriedades funcionais dependendo do tipo de processamento ao qual é submetido.

Em projeto de pesquisa financiado pela FAPESP e coordenado pela agrônoma Patricia Prati, três processos de industrialização do alho foram comparados: picado e frito, fatiado e frito e em forma de pasta.

Os produtos foram embalados em potes plásticos de 200 gramas. À versão em pasta foram adicionados 2% de ácido cítrico e 0,1% de sorbato de potássio como conservantes.

O valor nutricional de todos os produtos foi avaliado logo após o processamento e a cada 45 dias durante um período de seis meses. “O principal objetivo era verificar qual método preserva melhor a alicina, substância que confere ao alho suas propriedades funcionais”, contou Prati.

Segundo a literatura científica, a ação antimicrobiana da alicina ajuda na prevenção do câncer de estômago causado pela bactéria Helicobacter pylori. A substância atua também na prevenção de doenças cardiovasculares por tornar os vasos sanguíneos mais flexíveis e dificultar a formação de placas ateroscleróticas.

“Logo após o processamento, a pasta de alho apresentou uma perda pequena de alicina: 9,5%. Ao fim dos seis meses, o teor havia diminuído mais 20%. A perda total, portanto, foi menor que 30%, o que é relativamente pouco”, disse Prati.

Já as formas fritas perderam logo no início mais de 90% da alicina existente no alho cru. “Na análise feita após os 45 primeiros dias, a substância já era praticamente inexistente”, disse a cientista.

Os teores de vitamina C também foram avaliados na pasta de alho e, embora tenham apresentado estabilidade durante o período de estocagem, foram considerados baixos desde o início. “Nem avaliamos esse nutriente nos produtos fritos, pois já sabíamos que não ia sobrar nada após o processamento”, disse Prati.

As análises também mostraram que os produtos fritos sofreram oxidação ao longo do tempo de armazenamento, o que foi evidenciado pelo aumento do índice de peróxidos, mas ficaram dentro dos parâmetros exigidos pela legislação. O mesmo ocorreu com a análise microbiológica, que avalia a contaminação por fungos e bactérias.

Cultivares

Outro objetivo do estudo foi comparar a aptidão para industrialização de quatro variedades de alho. Três delas eram nacionais – Assai, Gigante de Curitibanos e Santa Catarina Roxo – e a quarta era importada, conhecida como Comercial Chinês.

“Praticamente todo o alho consumido no Brasil é importado da China ou da Argentina, dependendo da época do ano. As variedades nacionais ainda não estão no mercado, pois apresentam problemas pós-colheita, como viroses e pragas. Mas a APTA e a Embrapa estão trabalhando no melhoramento genético”, disse Prati.

De acordo com a pesquisa, os quatro cultivares estudados se mostraram viáveis para industrialização. Em termos de composição nutricional, o Santa Catarina Roxo foi o que apresentou maior teor de proteínas e lipídeos. A alicina estava presente em maior quantidade em Gigante de Curitibanos e Assai. Já os níveis de vitamina C apresentaram diferença estatística apenas em Gigante de Curitibanos.

O alho também é rico em zinco e selênio, antioxidantes envolvidos direta e indiretamente no funcionamento do sistema imunológico. Essas substâncias, contudo, não foram avaliadas na pesquisa.

O Ministério da Saúde do Canadá e a Agência Federal Alemã de Saúde recomendam a ingestão de 4 gramas diários de alho cru, ou 8 miligramas de óleo essencial de alho para ajudar no controle do colesterol e diminuir fatores de risco cardiovascular. Isso equivale ao consumo de aproximadamente um dente e meio por dia. No Brasil não há consenso sobre qual seria a ingestão diária ideal.

“Qualquer tipo de cozimento promove certa perda das propriedades funcionais do alho, mas a fritura é a pior delas. Em vez de refogar antes, melhor colocar o tempero para cozinhar junto com a comida”, disse Prati.

DOSSIÊ ABRASCO--Agrotóxicos, Segurança Alimentar e Saúde parte 1

Fonte : CFN acesso em 21/05/2012
DOSSIÊ ABRASCO
Um alerta sobre os impactos dos Agrotóxicos na Saúde Parte 1 - Agrotóxicos, Segurança Alimentar e Saúde
 Grupo Inter GTs de Diálogos e Convergências da ABRASCO Comissão Executiva do Dossiê Rio de Janeiro, World Nutrition - Rio 2012
Abrasco agrotoxico

View more documents from Lidiane Martins.

Londres 2012: Patrocinadores "não-saudáveis" provocam polêmica

Fonte: CFN acesso em 21/05/2012




Londres 2012: Patrocinadores "não-saudáveis" provocam polêmica
Publicado em 02/05/2012
Na mira deles, estão grandes empresas, como Coca-Cola, McDonald"s, BP, Dow Chemical e Rio Tinto.

Especialistas ligados à área da saúde têm aumentado a pressão pela restrição à publicidade de comidas tipo fast-food em grandes eventos esportivos, sob a alegação de que essa propaganda incentiva o ganho de peso. Por sua vez, ambientalistas elevaram o tom das críticas contra a participação de companhias envolvidas em acidentes ambientais no patrocínio à Olimpíada. Eles já lançaram, inclusive, uma campanha, intitulada "Greenwash Gold 2012", contendo pesadas críticas contra três patrocinadores: BP, Dow Chemical e Rio Tinto.

Saúde

Pesquisas recentes revelam que um de cada quatro britânicos já é obeso. Para membros da Academy of Medical Royal Colleges (AoMRC), uma das principais associações de saúde pública da Grã-Bretanha, a obesidade é hoje "a principal ameaça à saúde pública no país". Por isso, eles estão pressionando empresas como Coca-Cola e McDonald"s a restringir a publicidade na Olimpíada, uma vez que a propaganda "envia uma mensagem errada especialmente às nossas crianças", diz o professor Terence Stephenson, porta-voz da AoMRC.

Uma pesquisa conduzida recentemente na Grã-Bretanha revelou que muitos pais aceitariam uma proibição completa da publicidade de comidas pouco saudáveis antes das 21h. O levantamento mostrou ainda que esses pais se sentem obrigados a comprar junk food para seus filhos por causa das mesmas propagandas.

Cadbury, McDonald"s e Coca-Cola são alguns dos patrocinadores da Olimpíada que têm sofrido com a ira dos ativistas.
"Milhões de pessoas farão a correlação entre essas marcas e os atletas vitoriosos. As companhias não gastariam todo esse dinheiro em publicidade se não soubessem que isso não elevaria suas vendas", justifica Stephenson.
Embora ainda não haja nenhuma evidência científica sobre a ligação entre a publicidade de fast-food em grandes eventos esportivos e a obesidade, pesquisas indicam que as crianças tendem a encarar o junk food como menos nocivo quando ele é associado a esportes, argumenta o médico Jean Adams, professor de saúde pública na Universidade de Newcastle.

Já para Stephenson, limitar a publicidade de fast food poderia ter um efeito semelhante à proibição das propagandas de cigarro. Dados levantados pela entidade britânica ASH constataram que o número de adolescentes fumantes no Reino Unido em 2010 caiu pela metade em comparação a 2002, quando a lei que proibia os anúncios de cigarro foi aprovada.

Meio ambiente

As críticas aos patrocinadores também ganharam força com o protesto dos ambientalistas, contrários à participação de três empresas (BP, Dow Chemical e Rio Tinto) nos Jogos Olímpicos. Eles prepararam três mini-documentários sobre os diferentes acidentes ambientais provocados por essas companhias e convidaram o público a votar "no pior patrocinador" da Olimpíada.

Os vídeos incluem depoimentos de um sobrevivente do vazamento de gás na cidade de Bhopal, em 1984, na Índia, provocado pela empresa Union Carbide Corporation, que anos depois foi comprada pela Dow Chemical; de um representante do Golfo do México sobre o impacto ambiental que se seguiu ao rompimento do poço de petróleo da BP em abril de 2010 e de uma mulher de Utah, nos Estados Unidos, contra um suposto aumento nos níveis de poluição atmosférica causado pela extração dos metais para a confecção das medalhas olímpicas pela mineradora anglo-australiana Rio Tinto.

A ideia da campanha partiu da ativista Meredith Alexander, que renunciou ao posto na Comissão de Vigilância Ambiental da Olimpíada em protesto contra a participação da Dow Chemical no evento.
Outro lado

A Dow Chemical nega qualquer responsabilidade sobre o vazamento de gás químico e reforçou que o pagamento de 288 milhões de libras (R$ 889,2 milhões) para os afetados pela tragédia é "justo e definitivo".
Já a porta-voz da Rio Tinto defendeu as ações da empresa: "Atuamos dentro dos parâmetros de qualidade do ar (estabelecidos por normas legais), (...) que são, por sua vez, baseados em padrões rígidos para proteger a saúde humana". Segundo um porta-voz da BP: "Estamos 100% empenhados em garantir o sucesso da Olimpíada. Não comentamos ações de grupos de protesto".
 

2009 ·Nutry Up by TNB