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Consumir carne vermelha aumenta em até 20% os risco de mortalidade prematura

sábado, 17 de março de 2012


Autor/Fonte: Veja Online Publicado em 13/03/2012
A carne vermelha não é SAUDÁVEL. Já se sabe. Mas pesquisadores não param de constatar argumentos contra ela. O mais recente é resultado de uma pesquisa publicada nesta segunda-feira no periódico. Segundo o estudo, conduzido na Faculdade de Saúde Pública de Harvard, nos Estados Unidos, o consumo de carne vermelha pode aumentar os riscos de morte prematura, além do aparecimento de doenças cardiovasculares e câncer. Substituir esse alimento por outros, como por peixes e aves, significa diminuir a chance de morte prematura.
Para chegar a essas conclusões, os pesquisadores analisaram dados de dois estudos que observaram os hábitos alimentares de 37.698 homens e 83.644 mulheres durante 28 anos. Nesse período, foram registradas 23.926 mortes, sendo que 5.910 aconteceram devido a uma doença cardiovascular e 9.464, a algum tipo de câncer.
Os autores do estudo observaram que um maior consumo de carne vermelha foi associado ao aumento do risco de problemas cardiovasculares e casos de câncer. Embora essa chance tenha sido elevada para todos os tipos do alimento, ela foi maior em relação à carne vermelha processada (frios, embutidos). O mesmo foi identificado em relação a casos de morte prematura decorrentes de problemas de saúde em geral. Os resultados mostraram que comer uma porção de carne vermelha processada ao dia aumenta esse risco em 20%. Esse índice é de 13% para carne não processada.
A pesquisa também indicou que, além de comer menos carne vermelha, trocá-la por outros alimentos é capaz de diminuir as chances de morte prematura. Segundo o estudo, essa redução pode ocorrer com a substituição de uma porção de carne vermelha ao dia por uma porção de peixe; de ave; de frutas secas; de legumes; e de grãos inteiros. "Nós estimamos que 9,3% das mortes registradas no estudo entre os homens e 7,6% das mortes entre as mulheres poderiam ter sido evitadas se os participantes consumissem menos de meia porção de carne vermelha ao dia", afirma a pesquisa. Para os especialistas, comer menos carne vermelha significa reduzir as chances de doenças crônicas e, consequentemente, de mortalidade decorrente de problemas de saúde em geral.



FAO reivindica mudanças na região Ásia-Pacífico para erradicar fome


Hanói, 15 mar (EFE).- O secretário-geral da Organização das Nações Unidas para a Agricultura e a ALIMENTAÇÃO (FAO), José Graziano da Silva, pediu nesta quinta-feira aos países da Ásia e do Pacífico que mudem seus sistemas de produção agrícola para acabar com a fome e garantir a segurança alimentar.
Graziano fez as afirmações em uma conferência ministerial em Hanói, que se estende até sexta-feira, na qual participam 38 nações.
"Isto significa que precisamos melhorar o acesso aos alimentos e a produção agrícola, florestal e pesqueira, ao mesmo tempo em que se deve adotar uma gestão sustentável", destacou o diretor da FAO.
O brasileiro acrescentou a importância de os Governos "garantirem sistemas agrícolas e alimentícios integrados e justos, do nível local ao internacional".
Atualmente, 578 milhões de pessoas passam fome na região da Ásia e do Pacífico, quantia que representa 62,5% do total mundial.
Além disso, as áreas cultiváveis na Ásia são cada vez menores, pelos cálculos da FAO.
"Chegamos quase ao limite da expansão agrícola em vários países. O elevado preço dos ALIMENTOS e a volatilidade são ameaças. O preço da venda por atacado do arroz, por exemplo, está entre 10% e 30% superior ao do ano passado em muitos países da Ásia", comentou Graziano.
O primeiro-ministro do Vietnã, Nguyen Tan Dzung, ressaltou em seu discurso que reduzir a pobreza e garantir ALIMENTOS à população estava se tornando uma tarefa cada vez mais difícil, porque diminuíam as áreas cultiváveis, havia menos fontes de água e o "impacto da mudança climática estava se agravando".
No entanto, Vietnã se considerou uma nação afortunada e disposta a compartilhar sua experiência após superar os problemas do passado para alimentar sua população.
"Agora produzimos não só o suficiente para o consumo interno de uma população que cresce ao ritmo de 1 milhão de pessoas anuais, mas somos o segundo exportador mundial de arroz", destacou o ministro vietnamita.
A conferência da FAO em Hanói começou na segunda-feira com a participação de 300 delegados e representantes de 38 nações e os ministros da área presidem os debates nesta quinta e sexta-feira.
Reduzir pela metade o percentual de indivíduos que passam fome até o ano 2015 é um dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio da ONU. EFE


 

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