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Educação alimentar e nutricional na promoção da alimentação adequada

segunda-feira, 25 de junho de 2012


Fonte : CFN  acesso em 25/06/2012

Entre os dias 5 e 30 de junho será realizada uma consulta pública online com o tema “Marco de Referência da Educação Alimentar e Nutricional para as Políticas Públicas”. O objetivo é receber contribuições de diferentes atores sociais na construção de uma proposta sobre o tema.
 
A educação alimentar e nutricional é uma das principais estratégias para a promoção da alimentação adequada e saudável, de acordo com deliberações da 4ª Conferência Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional.
 
A consulta pública é realizada pelo Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS), com apoio de vários parceiros. A iniciativa faz parte de ações que serão realizadas por um grupo de trabalho que possui representantes do governo e da sociedade civil.  
 
Esse grupo possui representantes do MDS, Consea (Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional), Coordenação de Alimentação e Nutrição do Ministério da Saúde, Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), do Ministério da Educação; Associação Brasileira de Nutrição (Asbran); Conselho Federal de Nutricionistas (CFN); e Observatório de Políticas de Segurança Alimentar e Nutricional da Universidade Federal de Brasília (Opsan/UnB).
 
Informações 
Autor/Fonte: Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS)

Agrotóxicos: Anvisa e Consea fortalecem controle de resíduos


Fonte  Danilo Molina – Imprensa/Anvisa  acesso em 25/06/2012

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) apresenta, nesta segunda-feira (25/6),  um panorama sobre o Programa de Análise de Resíduos de Agrotóxicos (PARA) da Agência. A apresentação será durante reunião da Comissão de Presidentes dos Conselhos Estaduais de Segurança Alimentar e Nutricional, em Brasília (DF).
O objetivo da apresentação é estimular a parceria entre os Conselhos e os órgãos de Vigilância Sanitária Estadual para fortalecer as ações locais do Programa.  “O Conselho Nacional de Segurança Alimentar tem apoiado os trabalhos da Agência e utiliza os resultados do PARA como um dos indicadores do Direito Humano à Alimentação Adequada”, afirma o gerente-geral de Toxicologia da Anvisa, Luiz Cláudio Meirelles.
De acordo com Meirelles, nas últimas reuniões do Programa, já havia sido abordada a importância de uma maior integração das ações regionais e locais da equipe do PARA com as dos Conselhos de Segurança Alimentar e Nutricional estaduais e municipais. “Esperamos colher resultados positivos dessa integração e possibilitar que a população tenha acesso a alimentos mais seguros”, complementa o gerente da Anvisa.
PARA
O objetivo do PARA, criado em 2001, é garantir a segurança alimentar do trabalhador brasileiro e a saúde do trabalhador rural. O Programa funciona a partir de amostras de alimentos coletadas pelas vigilâncias sanitárias dos estados e municípios em supermercados.  
Em 2010, o Programa monitorou resíduos de agrotóxicos em 18 culturas: abacaxi, alface, arroz, batata, beterraba, cebola, cenoura, couve, feijão, laranja, maçã, mamão, manga, morango, pepino, pimentão, repolho e tomate.   Apesar de as coletas não serem de caráter fiscal, o PARA tem contribuído para que os supermercados qualifiquem seus fornecedores e para que os produtores rurais adotem integralmente as Boas Práticas Agrícolas.

ANVISA- Rio+20: Sociedade quer novos padrões de produção e consumo

quarta-feira, 20 de junho de 2012


Fonte: ANVISA- Vanessa Amaral – Imprensa acesso em 20/06/2012

Representantes da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) participam das atividades da Conferência das Nações Unidas sobre o Desenvolvimento Sustentável (Rio +20), realizada no Rio de Janeiro de 13 a 22 de junho. O objetivo é integrar os debates e, assim, construir uma agenda de sustentabilidade para a Saúde.


Durante a Cúpula dos Povos, evento paralelo organizado pelo sociedade civil, a Agência esteve presente em duas rodas de conversa promovidas pela Fiocruz no Espaço Saúde, Ambiente e Sustentabilidade. Nos encontros de sábado (16/6) e de segunda-feira (18/6), os participantes abordaram os impactos dos agrotóxicos para a saúde e o meio ambiente e debateram alternativas para os atuais padrões de produção e consumo.

A especialista em regulação da Anvisa, Heloisa Rey Farsa, destacou a importância de se compreender o movimento das indústrias de agrotóxicos para combater as estratégias abusivas. “Não basta denunciarmos os perigos dos agrotóxicos para saúde. Nossa atuação só será efetiva se estudarmos a lógica de atuação destas empresas no mercado”, alertou.  Em 2011, segundo a especialista da Anvisa, a indústria de agrotóxicos movimentou cerca de U$ 8,5 bilhões no Brasil.

A engenheira agrônoma da Guatemala, Cláudia Gerônimo, defendeu a agroecologia como uma opção já disponível para alterar os padrões de produção atual, baseados na monocultura e no uso massivo de defensivos agrícolas. “O agronegócio, hoje, gera exclusão e pobreza. É um modelo que não funcionou e que não tem potencial para resolver as questões sociais e econômicas que precisamos enfrentar”, disse.
No debate sobre inclusão produtiva, o professor da Fiocruz, Cristóvão Barcelos, pontuou que considera a globalização uma farsa. “Existe uma falsa impressão de que somos todos iguais e de que todos podemos consumir na mesma proporção”, afirmou. Segundo ele, é preciso repensar o modelo de consumo que mercantiliza as relações humanas.

A coordenadora de Articulação Institucional da Anvisa, Rosilene Santos, falou sobre o projeto de Inclusão Produtiva com Segurança Sanitária da Anvisa e destacou a importância do diálogo entre sociedade civil e o Estado. “É fundamental que a Vigilância Sanitária esteja envolvida nas discussões sobre desenvolvimento sustentável”, disse.
Os debates promovidos pela Cúpula dos Povos são realizados no Aterro do Flamengo. O encerramento do encontro será no sábado (23/6).  

ANVISA:Ranking revela condições sanitárias de cruzeiros de longo curso

terça-feira, 19 de junho de 2012


Fonte Danilo Molina / Imprensa - Anvisa acesso em 19/06/2012
Dados divulgados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), nesta segunda-feira (18/6), apontam que 55% dos navios de longo curso, que estiveram na costa brasileira durante a última temporada, estavam em excelentes condições sanitárias. Das 27 embarcações inspecionadas pela Agência, 15 foram classificadas na categoria A.

O ranking da Anvisa classifica os navios em quatro categorias (A,B,C e D), de acordo com o grau de risco para saúde que cada embarcação apresenta no momento em que foram fiscalizadas pela Agência. Navios classificados na categoria A são os com melhores condições sanitárias e os que ficam na categoria D apresentam as piores.

Cinco embarcações de longo curso (19%) foram classificadas na categoria B, ou seja, estavam em boas condições sanitárias (acima da média). “Se considerarmos que 74% dos navios possuíam excelente ou boas condições sanitárias, podemos concluir que o trabalho da Agência junto ao setor tem gerado resultados positivos para a saúde dos brasileiros”, aponta o Diretor de Controle de Monitoramento Sanitário da Anvisa, Agenor Álvares.
Além disso, outras quatro embarcações foram classificadas na categoria C, que abrange os navios em condições sanitárias satisfatórias (na média). Por outro lado, os navios Star Princess, Veendam e Asuka 2 estavam em condições sanitárias insatisfatórias e foram classificados na categoria D do ranking da Anvisa.
“Embarcações classificadas na categoria D estão em condições inadequadas e passam por correções imediatas dos problemas que representam maior risco para a saúde dos passageiros antes de serem liberadas”, explica Álvares. Os navios de cruzeiro de longo curso são aqueles que realizam viagens internacionais entre portos estrangeiros e brasileiros. Essas embarcações fazem escalas em um ou mais portos brasileiros. Os resultados das inspeções estão disponíveis na página da Agência na internet.
Irregularidades
No caso dos navios de cruzeiro de longo curso, as principais irregularidades detectadas pela Anvisa foram: alimentos fracionados sem rótulo mínimo (que identifique no mínimo qual alimento se trata e a data e hora de fracionamento) e áreas de recebimento de alimentos com potenciais riscos de contaminação dos alimentos. Além disso, foi constatado o armazenamento de produtos de limpeza em locais inadequados  e a presença de equipamentos e produtos  armazenados nas salas de ar condicionado, o que não é permitido pela legislação sanitária.
Outro problema foi a falta do controle do tempo e da temperatura dos alimentos expostos para o consumo. “Verificamos que, em algumas embarcações, existia apenas o controle do tempo de exposição dos alimentos, medida que é aceita em muitos países. Entretanto, no Brasil, também é preciso haver controle quanto à temperatura dos alimentos”, afirma o diretor da Anvisa.
 Dentre outras não conformidades, ocorridas com menor frequência, foram encontrados locais de armazenamento de lixo menor que o volume gerado ou sem a segregação entre os tipos de resíduos gerados e lavatórios para higienização das mãos sem sabão líquido e papel toalha disponíveis. Outras irregularidades constatadas foram: falhas no monitoramento dos padrões de potabilidade da água, falta de plano de controle integrado de vetores e alimentos fora do prazo de validade.
Classificação sanitária dos navios de longo curso 



Ranking de navios de cruzeiro de longo curso

Nome do navio

Padrão de Qualidade Sanitária
Deustchland
A
Marco Polo
A
Seabourn Quest
A
Silver Cloud
A
Vistamar
A
Aida Cara 
A
Amsterdã
A
Silver Whisper
A
Adonia
A
Artania
A
Pacific Princess
A
Prinsendam
A
Crystal Symphony
A
Insignia
A
Azamara Journey
A
Sea Dream II
B
Seven Seas
B
Mariner
B
Silver Spirit
B
Silver Whisper
B
Braemar
B
Albatros
C
Columbus
C
Balmoral
C
Astor
C
Star Princess
D
Veendam
D
Asuka 2
D


 Cabotagem
Em março, a Anvisa divulgou o rankig dos 18 navios de cruzeiro que ficaram em cabotagem na costa brasileira durante toda a temporada. “São navios diferentes, mas o cenário encontrado pelos fiscais foi bem parecido”, diz Álvares.
Do total , 61% das embarcações de cabotagem ficaram classificadas na categoria B, 23% na categoria A e 11% na categoria C. Apenas o navio Grand Amazon foi enquadrado na categoria D.
De acordo com o diretor da Anvisa, as não conformidades encontradas nos navios de cruzeiro de longo curso assemelham-se com aquelas detectadas nos navios de cruzeiro de cabotagem. “Essa semelhança aponta o rumo no qual é preciso focar esforços para melhorar as condições dos navios de cruzeiro que passam na consta brasileira”, aponta Álvares.
Classificação
A classificação dos navios de cruzeiros em uma das quatro categorias considera dois quesitos variáveis: o índice de conformidade e a pontuação de risco. O primeiro corresponde à porcentagem dos itens do roteiro de inspeção que foram atendidos pela embarcação.
Já o segundo é a somatória dos valores de cada item do roteiro de inspeção que não foi cumprido, de acordo com o risco envolvido. Este índice pode variar de zero (navios com maior índice de segurança possível) a 5 mil (navio com menor índice de segurança possível).
Navios classificados no padrão de qualidade sanitária A apresentam índice de conformidade acima de 95% e índice de risco abaixo de 200. O padrão B envolve embarcações com índice de conformidade entre 90% e 94% e índice de risco entre 200 e 500.
No nível C, estão os cruzeiros que apresentam índice de conformidade entre 85% e 89% e índice de risco entre 500 e 800. Já as embarcações do nível D estão com índice de conformidade menor de 85% e índice de risco maior que 800.
Inspeção
Todos os navios de cruzeiro que circulam na costa brasileira passam por inspeções sanitárias da Anvisa. Nestas inspeções, realizadas de supresa, os fiscais da Agência verificam todos os controles da embarcação referentes à segurança sanitária dos alimentos preparados e da água para consumo humano ofertados a bordo. Outras áreas e serviços de importância sanitária, como águas recreativas (piscinas, hidromassagens, etc.), limpeza de cabines e ambientes, gerenciamento de lixo, sistema de tratamento de esgoto, controle de vetores/animais peçonhentos e salão de beleza, também são verificados.
As fiscalizações sanitárias de navios de cruzeiro seguem um mesmo roteiro de inspeção para todas as embarcações. No caso da constatação de irregularidades, as embarcações só são liberadas para continuar a navegação de rotina após a correção dos problemas.

Rio + 20: Programação da Anvisa na conferência

sexta-feira, 15 de junho de 2012

Fonte: Imprensa / ANVISA acesso em 15/06/2012 


A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) participará da Conferência das Nações Unidas sobre o Desenvolvimento Sustentável – Rio +20, para construir uma agenda de sustentabilidade para a Saúde.  O encontro, que está sendo realizado no Rio de Janeiro, vai até a próxima sexta-feira (22/6).O diretor José Agenor Álvares da Silva e a assessora de Comunicação, Eventos e Cerimonial da Anvisa, Márcia Turcato, fazem parte da delegação oficial do Ministério da Saúde. Eles integrarão a comitiva brasileira formada por mais de cem chefes de estado e de governo, entre os dias 20 e 22 de junho.

Entre as ações da Anvisa durante a Conferência, destacam-se:

Mostra sobre Inovação TecnológicaData: de 13 a 24 de junhoLocal: Pier Mauá

Debate sobre impactos dos agrotóxicos na saúde e no ambienteData: sábado, 16 de junhoHorário: das 14h às 17hPalestrante: Heloisa Rey Farza, especialista da AnvisaLocal: Tenda C do Espaço Saúde, Ambiente e Sustentabilidade da Cúpula dos Povos, Aterro do Flamengo.

Debate sobre inclusão produtiva com segurança sanitáriaData: segunda-feira, 18 de junhoHorário: das 9h às 11hPalestrante: Rosilene Mendes dos Santos, coordenadora de Articulação Institucional da AnvisaLocal: Tenda 8 do Espaço Saúde, Ambiente e Sustentabilidade da Cúpula dos Povos, Aterro do Flamengo.

ANVISA: Países discutem segurança de agrotóxicos em Paris






Segue abaixo informativo , publicado hoje no site da ANVISA sobre andamento da discussão sobre a segurança no uso de  agrotóxicos 



Fonte: Imprensa / ANVISA acesso em 15/06/2012Representantes de mais de 30 países estão reunidos, desde segunda-feira (11/6), em Paris (França), para discutir questões relativas à segurança no uso de agrotóxicos.  O encontro faz parte do calendário de atividades do Grupo de Trabalho sobre Pesticidas (WGP), da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE).

Na ocasião, ficou decidido que o Brasil irá participar da avaliação internacional conjunta de ingredientes ativos de agrotóxicos. “Seremos relatores primários nos quesitos: propriedades físico químicas, processo de síntese e destinação ambiental”, explica o gerente-geral de Toxicologia da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), Luiz Cláudio Meirelles, que compõe a delegação brasileira.
Além disso, o Brasil passará a integrar o grupo coordenado para a avaliação e classificação de agrotóxicos e outros químicos de interesse toxicológico. “Também enviamos sugestão para a formação de um grupo internacional que defina critérios de Boas Práticas de Fabricação na indústria de agrotóxicos”, complementa Meirelles.
Na reunião, ficou acordado, ainda, que o Brasil irá acompanhar as reuniões da WGP, com objetivo de harmonizar os critérios de registros de agrotóxicos no país.  O encontro termina nesta sexta-feira (15/6).
 WGP
O Grupo de Trabalho sobre Pesticidas é composto por funcionários do governo dos 30 países e membros da OCDE.  Também participam do grupo representantes da Comissão Europeia, da indústria de pesticidas e da comunidade de interesse ambiental e público.
Países como Brasil e China participam das reuniões na condição de observadores. O WGP se reúne a cada nove meses e está implementando mais de doze projetos que focam diferentes aspectos da regulamentação tanto dos produtos químicos, como dos biológicos utilizados na agricultura.
 

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